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	<title>Humantech &#187; internet</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 18:11:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<h3 class="entry-title"><a rel="bookmark" title="Permalink para X, Y, Z. Qual é a sua tribo?" href="http://www.humantech.com.br/x-y-z-qual-e-a-sua-tribo">X, Y, Z. Qual é a sua tribo?</a></h3><p class="excerpt without-image">Os “ipisilones” nasceram a partir da década de 1980 e são uma geração formada por filhos dos Baby Boomers. Confira quem são e o que querem estes jovens com menos de 30 anos, acostumados a não reverenciar hierarquias e ligados à alta tecnologia.
Ambicioso, criativo, impaciente. Você, que tem menos de 30 anos e já foi [...]</p><p class="excerpt-read-more"><a href="http://www.humantech.com.br/x-y-z-qual-e-a-sua-tribo"><span class="excerpt-read-more-first-character">+</span> Leia Mais</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os “ipisilones” nasceram a partir da década de 1980 e são uma geração formada por filhos dos Baby Boomers. Confira quem são e o que querem estes jovens com menos de 30 anos, acostumados a não reverenciar hierarquias e ligados à alta tecnologia.</p>
<p>Ambicioso, criativo, impaciente. Você, que tem menos de 30 anos e já foi identificado assim? As pessoas com mais de 50 anos, de vez em quando, gostam de falar de uma tal geração que nasceu no meio de brinquedos eletrônicos e cresceu dentro de apartamentos, sob a proteção de pais preocupados. Hoje, esses jovens estão tomando conta do mercado de trabalho e mostrando que existe uma maneira de pensar bem diferente daquela das gerações anteriores. A Geração Y também tem outras denominações, como geração internet ou filhos do milênio, mas independentemente do nome, ela é formada por filhos dos Baby Boomers – pessoas que nasceram entre 1946 e 1964.</p>
<p>Antes de se revoltar contra a denominação e esbravejar que não gosta de ser rotulado, saiba que são estudos e pesquisas, muitos deles desenvolvidos ou originados nos Estados Unidos e ligados a diferentes momentos que aquele país tem atravessado, que ajudam a definir grupos de pessoas e gerações. Um dos objetivos destas pesquisas é facilitar a compreensão do que vai mudando com o passar do tempo, como o comportamento dos indivíduos em relação ao trabalho e a suas relações sociais. E mostrar também fatos que ajudaram a marcar época e mudaram os valores e o jeito de uma sociedade pensar.</p>
<p>Esses estudos são importantes porque expõem como os fatos formam a ideia que essas pessoas têm sobre instituições, dinheiro, família e carreira – conjunto que molda as características de uma geração. É assim que se tenta prever o que vem adiante e como isso poderá ser administrado. Como muitos traços destes estudos são comuns, podem ser aplicados à realidade de outros lugares, como o Brasil. A Geração Y é formada por pessoas que nasceram entre 1978 e 1995, que têm hoje entre 14 e 31 anos. No Brasil, alguns estudiosos consideram desta geração as pessoas nascidas entre 1981 e 1995, que teriam hoje entre 14 e 28 anos, já que as mudanças que ocorriam em outros pontos do planeta chegavam ao Brasil com um pouco de atraso.</p>
<p>“A Geração Y é aquela que, enquanto conversa, responde mensagens no MSN ou SMS, fala ao celular, navega numa rede social, assiste à televisão, ainda arruma tempo para brincar com animais domésticos e ter uma vida off-line”, define Henrique Puccini, que é jornalista, está se formando em economia e é gerente de conteúdo de uma empresa de Joinville. Aos 27 anos, ele é um perfeito exemplar da Geração Y. “Essa nova geração gosta de ter atenção e direciona o foco de suas atividades quase sempre no curto prazo, buscando uma constante mudança. Não aceita bem regras pré-estabelecidas e considera natural trocar muitas vezes de trabalho, principalmente na busca por qualidade de vida, o que hoje se reflete em desafios”, destaca.</p>
<p>Outra joinvilense que é apaixonada por muitas coisas ao mesmo tempo e, se puder fazer tudo simultaneamente, melhor ainda, é a engenheira Crisda Amancio Ghiorzi, 28 anos. Quando era criança, foi estimulada a praticar piano, teclado, bateria, inglês e a praticar esportes. Cresceu acostumada a desenvolver múltiplas habilidades e realizar várias tarefas ao mesmo tempo – o que se torna muito melhor quando tudo é aliado à praticidade e as tecnologias modernas.</p>
<p>Os dois ainda não têm filhos e nem pensam nisso por enquanto. Mas os pais deles, com a idade que Henrique e Crisda têm hoje, já tinham colocado suas “crias” no mundo. Nesta reportagem, eles vão contar um pouquinho sobre o que pensam, como agem – e o motivo de serem verdadeiros “ipisilones”, com orgulho.</p>
<p><strong>Não à hierarquia</strong></p>
<p>Ano passado, 730 mil universitários e recém-formados se candidataram a 2.334 vagas de estágios e trainees de algumas das mais cobiçadas empresas, entre as quais Microsoft, Sadia, Nestlé e Unilever. Apesar da oferta generosa de cabeças vindas das melhores faculdades do País, 10% das vagas não foram preenchidas. Uma pesquisa recente promovida pela Cia. de Talentos com 31 mil estudantes do ensino superior detectou um conflito geracional: as empresas não estão entendendo os jovens formados na Geração Y.</p>
<p>A recíproca é verdadeira: os “ipisilones” também não entendem o que as empresas querem. “Há um modo diferente de encarar o mundo”, afirma a psicóloga Sofia Esteves, presidente da Cia. de Talentos. A Geração Y não reverencia hierarquias. Tem habilidade de sobra para executar tarefas simultâneas e velozes, mas carece de foco e aprofundamento. “É uma atitude reforçada pelo clima familiar, com a mudança da relação de autoridade de pais e filhos”, explica em um artigo o especialista em educação Gilberto Dimenstein. Para a consultora em carreira e diretora da Missel Capacitação Empresarial, Simoni Missel, os filhos de hoje estão seguros para correr riscos porque os pais trabalharam para isso e os cobriram com uma superproteção. Eles têm as facilidades sonhadas pelos pais.</p>
<p>Descartando as diferenças, há algo que une culturalmente os integrantes das gerações. Os Baby Boomers estão unidos de forma inigualável pela televisão. Esta geração foi a primeira que cresceu em frente aos programas televisivos. Eles puderam compartilhar eventos culturais e marcos com todas as pessoas no seu grupo de idade, independentemente de onde elas estavam. Todos eles assistiram “Bonanza” ou “Deixe isso para o Castor” e viram a Guerra do Vietnã nas salas de estar, conforme cresciam. Esses momentos compartilhados ajudaram a estabelecer um vínculo da geração sem precedentes. A partir de 2011, pode começar uma nova revolução. Por volta deste ano, os mais velhos dos Baby Boomers estarão se aposentando, deixando no lugar a Geração X, que surgiu logo depois.</p>
<p>“Somos jovens, dinâmicos, antenados, inquietos e muitas vezes impacientes”, define Guilherme Tossulino, um dos fundadores do blog “Minha Carreira” (www.minhacarreira.com), que publica artigos direcionados para o público Y. Com colaboradores do Brasil inteiro, Guilherme representa Santa Catarina no grupo, e é um exímio integrante da geração de quem tem menos de 30. “A ideia surgiu quando eu e o Diego Homem, que hoje mora em Dubai, estávamos conversando sobre projetos futuros, em janeiro de 2009. Sentimos a carência por informações a respeito da Geração Y escrita e visualizada por jovens”, diz. Aí, começaram a escrever sobre o tema e o conteúdo rendeu mais do que imaginavam.</p>
<p>Guilherme lembra que a Geração Y cresceu jogando video game, ouvindo música e acessando a internet, portanto, tecnologia faz parte da vida desses jovens. Ele, que tem apenas 27 anos, sabe bem do que fala. “Somos os donos da maioria dos blogs e também povoamos a maioria das comunidades e redes sociais. Gostamos de mudanças e detestamos monotonia”, diz.</p>
<p>Na opinião dele, a Geração Y é carente por feedback, tem sede de conhecimento e deseja crescimento rápido na carreira. Para isso, busca empresas que possam oferecer oportunidades claras de ascensão e querem conhecer as regras do jogo antes de começarem a jogar. Com a competitividade por mão-de-obra qualificada, as empresas, em geral, tendem a adotar um discurso de empresas perfeitas, cheias de benefícios e possibilidades de crescimento profissional. Mas a Geração Y já está mais atenta e não espera muito para querer ver na prática o que é prometido e acordado.</p>
<p>“Quando o assunto é carreira, estamos sempre procurando conhecimentos técnicos e capacitação profissional. Trabalhamos melhor em equipes e procuramos empregos que ofereçam flexibilidade de horário, mobilidade e planos de carreira. Adoramos respostas às nossas questões, pois perguntamos muito. Queremos reconhecimento e promoções o quanto antes. Não temos medo de arriscar e a busca por novos ares ocorre com mais frequência”, conta.</p>
<p>Tudo bem que a Geração Y é caracterizada por pontos muito positivos como dinamismo, vontade de crescer rapidamente, multidisciplinariedade e busca constante por conhecimento. Mesmo assim, os jovens precisam de reforço em questões como persistência para executar tarefas rotineiras e precisam apostar mais na paciência. Podem até quebrar regras com facilidade e falar mais do que ouvem.</p>
<p>Então, como aproveitar o máximo esse potencial em criar e fazer acontecer? “Amadurecendo”, esclarece Guilherme. “Essa geração tem um grande potencial para inovar e fazer diferente, mas não devemos pensar que somos a última bolacha do pacote. A maturidade profissional ainda é escassa entre os jovens e eles precisam aprender a errar e a aceitar os desafios da vida, mesmo que venham com perdas e dificuldades.”</p>
<p>E a próxima geração? A tendência é chamá-la de Z, que serão os filhos da Geração X. Guilherme acredita que serão pessoas ainda mais ligadas à tecnologia. “Podem até ser mimados, pois serão pessoas com poucos irmãos e primos, pois cada vez mais os filhos são uma segunda opção. A Geração Y prioriza a carreira e os estudos e talvez falte tempo para os filhos. A mulher Y trabalha, estuda e quer ser idependente financeiramente antes de ter o filho”, pensa.</p>
<p><em>Fonte: Jornal A Notícia</em></p>
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		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 18:11:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<h3 class="entry-title"><a rel="bookmark" title="Permalink para Tecnologia aliada a praticidade" href="http://www.humantech.com.br/tecnologia-aliada-a-praticidade">Tecnologia aliada a praticidade</a></h3><p class="excerpt without-image">Fazer mil coisas ao mesmo tempo, digerir um número ainda maior de informações por segundo e ter tempo para a vida pessoal. Para alguns, essas poderiam ser as características de um hiperativo, expressão empregada com tanta regularidade hoje em dia. Mas não se trata de uma síndrome atual ou recentemente descoberta, e sim de mais [...]</p><p class="excerpt-read-more"><a href="http://www.humantech.com.br/tecnologia-aliada-a-praticidade"><span class="excerpt-read-more-first-character">+</span> Leia Mais</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fazer mil coisas ao mesmo tempo, digerir um número ainda maior de informações por segundo e ter tempo para a vida pessoal. Para alguns, essas poderiam ser as características de um hiperativo, expressão empregada com tanta regularidade hoje em dia. Mas não se trata de uma síndrome atual ou recentemente descoberta, e sim de mais um integrante desta geração de “malucos” por tecnologia e por informação. Trata-se do perfil do joinvilense Henrique Puccini, de 27 anos.</p>
<p>Ele é jornalista, mas não conformou-se com apenas um curso superior. No momento, está no quarto ano da faculdade de economia. Fora isso, é um apaixonado por todas as novidades tecnológicas e pelo que elas são capazes de oferecer em termos de praticidade. “Gosto de aproveitar e conhecer tudo o que a tecnologia pode nos fornecer de melhorias, tanto sociais quanto econômicas”, afirma o gerente de conteúdo digital na empresa de gestão de conhecimento Humantech, em Joinville. Jovem e ambicioso, Henrique gosta de desafios, principalmente no aspecto profissional. Sente-se motivado por melhorias e novidades.</p>
<p>Mesmo assim, garante que faz parte de uma onda de transição na qual o computador entrou somente na pós-adolescência. “Quando pequeno, fiz minhas pesquisas em livros e bibliotecas. Celulares ou comunicadores eram infinitamente restritos e caros. E-mail, Google e a proliferação de ferramentas on-line surgiram depois de eu entrar na universidade, há dez anos”, lembra. “Sou Y no sentido de conhecer, aproveitar e estar à frente nos recursos que a tecnologia oferece. Mas não sou tão imediatista, qualidade que vale ouro em tempos que valorizam somente a agilidade”, esclarece.</p>
<p>Hoje, Henrique sente-se realizado atuando em uma empresa que aplica soluções de gestão do conhecimento, uma área ainda em expansão a partir de ferramentas on-line e off-line, algo completamente fora de cogitação nos mesmos dez anos que revolucionaram os negócios e a sociedade. Como sempre gostou de tecnologia, recursos e facilidades dos equipamentos, os amigos mais próximos sempre o procuravam para saber se estavam comprando bons produtos ou programas. Sempre requisitavam também dicas sobre o que comprar, quais itens ou sobre programas de computador. “Isso me estimulava a estudar mais e compreender melhor o mundo Y, interagindo com toda uma geração que está hoje por aí.”</p>
<p>Henrique lembra que a Geração Y cresceu usando a internet como base de quase tudo, como na pesquisa de preços, conceitos, estudos e relacionamentos. “Essas pessoas, e eu me incluo aqui, surpreendem com informações inesperadas sobre os mais variados temas e certamente gostam de apetrechos tecnológicos, mas que facilitem sua rotina e tragam benefícios”, conta. Uma das características marcantes do perfil Y, para o jornalista, está em suspeitar da publicidade tradicional, confiando mais em informações e opiniões de amigos ou outras fontes de conteúdo como redes sociais e blogs.</p>
<p>“Claro, aqui, mudou a forma de contato. É o tradicional boca-a-boca, agora mais tecnológico e veloz”, observa. Velocidade é outra característica dessa geração, que faz tudo ao mesmo tempo, agora. Apesar de tanto conteúdo em desenvolvimento, Henrique faz uma ressalva: muitas atitudes dos “ipisilones” ainda são vazias. Uma rede social como o Orkut, por exemplo, mostra tudo de bom que essa geração proporciona, desde resenhas de livros ou produtos, como também comportamentos terríveis conhecidos como bullying. O potencial desta geração, exposta muito cedo a coisas bastante sofisticadas, é sem referencial.</p>
<p>“Diferentemente do que muitos estudiosos destacam, os Y não são revoltados e têm valores éticos muito fortes”, pensa o jornalista. “Priorizam o aprendizado e as relações humanas, mas, para isso, precisam que você entre no seu mundo. Penso que os valores da Geração Y não são nada diferentes dos valores tradicionais, mas são mais liberais e valorizam honestidade, criatividade, família e sucesso.”<br />
<em><br />
Fonte: Jornal A Notícia</em></p>
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		<pubDate>Sun, 17 Jun 2007 11:24:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<h3 class="entry-title"><a rel="bookmark" title="Permalink para País de navegantes" href="http://www.humantech.com.br/pais-de-navegantes">País de navegantes</a></h3><p class="excerpt without-image">O brasileiro caiu literalmente na rede mundial de computadores e,desde junho de 2005, está batendo, mês após mês, todos os recordes dessa nova mídia. É ele quem fica mais tempo ligado mensalmente na internet residencial: 21 horas e 44 minutos por internauta em abril, enquanto os americanos ficaram 18 horas e 49 minutos, seguidos pelos franceses (18 horas e 32 minutos), espanhóis (18 horas e 30 minutos), japoneses (17 horas e 39 minutos) e australianos (17 horas e 38 minutos).</p><p class="excerpt-read-more"><a href="http://www.humantech.com.br/pais-de-navegantes"><span class="excerpt-read-more-first-character">+</span> Leia Mais</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Banda larga e acesso da Classe C ao mundo digital elevam para 10,6 milhões o número de usuários residenciais da internet</p>
<p>Alexandre Magalhães, do Ibope/NetRatings: internet atrai pela liberdade de ação</em></p>
<p>O brasileiro caiu literalmente na rede mundial de computadores e,desde junho de 2005, está batendo, mês após mês, todos os recordes dessa nova mídia. É ele quem fica mais tempo ligado mensalmente na internet residencial: 21 horas e 44 minutos por internauta em abril, enquanto os americanos ficaram 18 horas e 49 minutos, seguidos pelos franceses (18 horas e 32 minutos), espanhóis (18 horas e 30 minutos), japoneses (17 horas e 39 minutos) e australianos (17 horas e 38 minutos). E é também o brasileiro quem mais usa sites de relacionamento, como Orkut e MSN, além de blogs, fotologs, videologs e sistemas de voz (VoIP),pelo qual bate papo com amigos e familiares.</p>
<p>Mais: o número de usuários brasileiros residenciais ativos saltou 200% entre 2000 e abril deste ano, quando somaram 15,9 milhões. Os dados são do Ibope/NetRatings,empresa que é resultado de joint venture entre os grupos Ibope e Nielsen e que avalia o comportamento do mercado global de internet.</p>
<p>Para o coordenador de análises do Ibope/NetRatings no Brasil, Alexandre Sanches Magalhães, os grandes saltos da web brasileira têm a ver com dois movimentos distintos que começaram a se encontrar nos gráficos deste ano de 2007: o ingresso da classe C no universo digital, por meio da ampliação da oferta de crédito e da queda dos juros, e a propagação da banda larga nas residências, seja por meio de ofertas de companhias de telefonia fixa, seja por pacotes que contemplam TV por assinatura e internet,além da própria telefonia. Tanto que o número de usuários residenciais navegando por banda larga passou de 671 mil em 2000 para 10,6 milhões até abril deste ano. &#8220;Nos gráficos de março e abril essas tendências começaram a se desenhar com mais nitidez, e dificilmente o brasileiro deixará de bater novos recordes, pois ainda falta o ingresso das classes D e E, que poderá ocorrer por meio de políticas de inclusão digital&#8221;, diz Magalhães. Já a banda larga, afirma, é o que tem permitido maior tempo de navegação, favorecido pela maior eficiência de sites de buscas, como o Google.Outra mudança que os gráficos apontam é o salto da presença feminina na rede,que passou de 40% de usuários residenciais em 2000 para 50% em abril.&#8221;Essa mudança teve impacto positivo na maior oferta de conteúdo de categorias como &#8220;Casa e Moda&#8221; e &#8220;Família e Estilo de Vida&#8221;, o que ajuda a ampliar o tempo mensal de navegação nas residências ao lado de comunidades (4 horas e 8 minutos), do e-commerce e das operações com instituições financeiras, a chamada internet-banking.</p>
<p>Magalhães ressalta também que o brasileiro com mais de 50 anos começa a entrar em campo,para obter informações bancárias, de aposentadoria ou consulta de preços de medicamentos ou mesmo em comunidades, quando estimulado por grupos e associações da melhor idade,uma forma mais politicamente correta de designar a terceira idade. Como no Brasil também não existem restrições em diversos ambientes de trabalho para o uso de ferramentas como Orkut e MSN, a tendência é de que essas ferramentas se propaguem ainda mais na internet residencial, onde o bate-papo prossegue após o trabalho. Segundo Magalhães,a grande aceitação da internet no país tem a ver com a liberdade que o meio oferece. Por isso, ele teme a adoção de medidas restritivas como as que foram desenhadas em projeto de lei do senador Eduardo Azeredo (PSDB) e ganharam repercussão depois que a Justiça brasileira determinou a retirada de vídeo do site global YouTube,que mostrava uma tórrida cenas de amor al mare entre a modelo Daniela Cicarelli e o empresário Renato Malzoni Filho numa praia da Espanha. A ação foi movida por Cicarelli.</p>
<p>&#8220;A internet depende da liberdade de expressão para continuar expandindo, agregando pessoas e tornando-se mídia universal&#8221;,diz Magalhães,que tem acompanhado essa discussão.Entre especialistas e empresários de meios de comunicação, como Steve Forbes, que comanda um dos mais importantes grupos de informação econômica e de negócios, é a credibilidade o que diferenciará, nas telas da web, os conteúdos, por isso várias empresas de comunicação têm feito apostas certeiras nos novos meios com o objetivo de agregar novos usuários, especialmente o jovem da era digital.O pensamento de Forbes é corrente entre empresários do segmento,que encontraram na web, a exemplo do The New York Times, uma forma de também avaliar o interesse dos leitores.</p>
<p>Para Magalhães, essa participação colaborativa de internautas, classificada como Web 2.0, é outro fator irreversível e que tem contribuído diretamente para a exuberância dos números da internet brasileira quando comparada a outros países.</p>
<p>Já a indústria da publicidade tem diante de si novos desafios.O presidente da OgilvyOne no Brasil, Renato De Paula, diz que ferramentas como a internet acabaram por abrir novas fronteiras de comunicação,mas exigem que a mensagem enviada,obrigatoriamente, seja relevante,pertinente e possa ser acessada pelo usuário de um aparelho celular ou de um sistema de e-mail.Para o executivo, o crescimento da web abre também uma nova fronteira de negócios.Um dos cases da OgilvyOne mais bem-sucedidos é o de Dove, que resultou em sites e comunidades na internet ao comemorar a beleza real das mulheres deixando de lado a beleza idealizada das modelos.Hoje,a própria Unilever, dona de Dove, tem investido em produção para o YouTube.A internet, atesta Magalhães, é viral por excelência, especialmente no Brasil, que lidera o uso de comunidade. &#8220;Aqui é a terra do MSN e do Orkut, os Estados Unidos e a Europa ainda estão longe disso. Lá é o e-commerce e o e-baking que dominam&#8221;, afirma o homem que fica de olho nesses dados que colocaram o Brasil no topo da lista de recordes desse mundo novo preconizado por George Orwell em 1984.</p>
<p><em>Fonte: camara-e.net</em></p>
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		<pubDate>Wed, 08 Nov 2006 17:34:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<h3 class="entry-title"><a rel="bookmark" title="Permalink para O bilionário mercado da Internet" href="http://www.humantech.com.br/o-bilionario-mercado-da-internet">O bilionário mercado da Internet</a></h3><p class="excerpt without-image">Comercialmente ela começa a entrar na adolescência (*)… você a usa, abusa… você trabalha, estuda e se diverte com ela…
Estamos falando da toda poderosa Internet, a rede das redes. Um mundo extraordinário, baseado numa estrutura fundamentalmente anárquica que desafia princípios e vem transformando o mundo em que vivemos.
Não somos os mesmos depois que surgiram empresas [...]</p><p class="excerpt-read-more"><a href="http://www.humantech.com.br/o-bilionario-mercado-da-internet"><span class="excerpt-read-more-first-character">+</span> Leia Mais</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Comercialmente ela começa a entrar na adolescência (*)… você a usa, abusa… você trabalha, estuda e se diverte com ela…</p>
<p>Estamos falando da toda poderosa Internet, a rede das redes. Um mundo extraordinário, baseado numa estrutura fundamentalmente anárquica que desafia princípios e vem transformando o mundo em que vivemos.</p>
<p>Não somos os mesmos depois que surgiram empresas como Amazon, Netscape, Google, Skype, E-bay, YouTube, etc. O mundo mudou, as pessoas estão mudando e a Economia está cada vez mais dinâmica para atender e criar novas necessidades.</p>
<p>Nesta sexta (06/10/2006) os principais veículos de comunicação do mundo noticiaram a mais recente fofoca da rede: o Google quer comprar o YouTube. YouTube para quem ainda não conhece é um exemplo desse novo mundo (o digital). Especialistas o definem como o futuro da tradicional televisão, ou ainda, a nova televisão &#8211; versão Web.</p>
<p>Para quem gosta de números, estamos falando em uma transação de 1,6 bilhão de dólares, cerca de 3,5 bilhões de reais. Ainda comparando, isso equivale a dois anos de receita operacional líquida da Tupy Fundições (**).</p>
<p>Se você acha que é muito, no ano passado, o gigante E-bay adquiriu o Skype por 2,6 bilhões de dólares.</p>
<p>Fique atento, as empresas virtuais são uma realidade e as oportunidades são muitas.</p>
<p>(*) A Internet comercial no Brasil tem 11 anos de idade.<br />
(**) Em 2005 a receita operacional líquida da Tupy Fundições foi de R$ 1,67 bilhão.</p>
<p>Prof. Celso Ricardo Salazar Valentim<br />
www.humantech.com.br</p>
<p><em>Fonte: Blog O Economista &#8211; www.oeconomista.com.br</em></p>
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		<pubDate>Sun, 30 Apr 2006 17:26:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<h3 class="entry-title"><a rel="bookmark" title="Permalink para Sucesso de Público no Primeiro Meeting Artefactu IGTI" href="http://www.humantech.com.br/sucesso-de-publico-no-primeiro-meeting-artefactu-igti">Sucesso de Público no Primeiro Meeting Artefactu IGTI</a></h3><p class="excerpt without-image">A palestra proferida por Celso Ricardo S. Valentim, diretor de Planejamento e Operações da Humantech Consultoria em TI, sobre o tema Planejamento Estratégico de Internet reuniu empresários, acadêmicos e profissionais diversos gerando amplo debate. Celso é especialista em desenvolvimento de estratégias sustentáveis capazes de promover diferencial competitivo para as organizações através de utilização da tecnologia [...]</p><p class="excerpt-read-more"><a href="http://www.humantech.com.br/sucesso-de-publico-no-primeiro-meeting-artefactu-igti"><span class="excerpt-read-more-first-character">+</span> Leia Mais</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A palestra proferida por Celso Ricardo S. Valentim, diretor de Planejamento e Operações da Humantech Consultoria em TI, sobre o tema Planejamento Estratégico de Internet reuniu empresários, acadêmicos e profissionais diversos gerando amplo debate. Celso é especialista em desenvolvimento de estratégias sustentáveis capazes de promover diferencial competitivo para as organizações através de utilização da tecnologia da informação. Sugere o uso de estratégias off e on-line para gerar resultados através de processos estruturados que reúnem e otimizam software, hardware e pessoas.</p>
<p>Foram discutidos o cenário atual com destaque para a Internet, os negócios na Internet, os novos hábitos das pessoas em função da Internet e as e-marcas, culminando no questionamento de como as empresas devem se comportar.</p>
<p>A resposta para tal questionamento é o Planejamento Estratégico de Internet que propõe como ações a Internet, a Intranet e a Extranet. Saber onde estamos, aonde iremos e como chegaremos até lá são questões necessárias para conduzir o projeto ao sucesso.</p>
<p>Além disso, é necessário monitorar a implementação de cada estratégia e medir sua eficiência e eficácia. Segundo Celso, a elaboração do Planejamento Estratégico de Internet proporciona o alinhamento das ações on-line com as ações off-line gerando resultados mais significativos, melhor aproveitamento dos recursos e sustentabilidade na viabilização das estratégias.</p>
<p><em>Fonte: Boletim Informativo do Núcleo de Estudos em Inovação, Gestão e Tecnologia da Informação – IGTI</em></p>
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