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	<title>Humantech &#187; humantech</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 16:56:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ronaldo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<h3 class="entry-title"><a rel="bookmark" title="Permalink para Negócio de redes" href="http://www.humantech.com.br/negocio-de-redes">Negócio de redes</a></h3><p class="excerpt with-image">A praticidade do conceito de micro, como podem ser os microondas, microprocessadores, micromecânica, levou alguém a pensar: por que não criar um microblog? Foi essa a ideia que, em 2006, teve Jack Dorsey, a qual batizou de Twitter, uma rede social de mensagens via web, sms ou aplicativos, onde são usados somente 140 caracteres para os recados ou, como são chamados, os tweets.</p><p class="excerpt-read-more"><a href="http://www.humantech.com.br/negocio-de-redes"><span class="excerpt-read-more-first-character">+</span> Leia Mais</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fernando Robleño</p>
<p>A praticidade do conceito de micro, como podem ser os microondas, microprocessadores, micromecânica, levou alguém a pensar: por que não criar um microblog? Foi essa a ideia que, em 2006, teve Jack Dorsey, a qual batizou de Twitter, uma rede social de mensagens via web, sms ou aplicativos, onde são usados somente 140 caracteres para os recados ou, como são chamados, os tweets.</p>
<p>Um estudo realizado em 2009 revelou que existem 11 milhões e meio de contas registradas no Twitter e isso vem chamando a atenção das empresas, que começam a adaptar seus negócios a esta nova rede social.</p>
<p>Se nos blogs se tinha a intenção de aproximar o leitor ao comunicador, o Twitter rompeu definitivamente qualquer barreira e colocou os dois cara a cara. As empresas, com intuito de lançar suas novidades ao mercado e apresentá-las ao consumidor, adotaram o Twitter como ferramenta de publicidade e como uma espécie de helpdesk pessoal, onde os clientes são ouvidos e, em sua maioria, atendidos. A Dell, por exemplo, importante marca de computadores, atendeu as reclamações feitas pelos usuários do Twitter a propósito do design de um de seus laptops. No Brasil, podemos citar o exemplo da construtora Tecnisa, que vem se destacando em suas ações publicitárias através do Twitter em vendas de apartamento. Mas em Joinville? As empresas locais já adotaram ou adaptaram sua linguagem aos tweets e seus 140 caracteres? Como as empresas entendem as redes sociais em relação aos seus negócios?</p>
<p>Henrique Puccini, gerente de conteúdo digital e de novas mídias da Humantech, uma das principais empresas de Gestão do Conhecimento do sul do Brasil, responde a estas questões.</p>
<p>Puccini nos conta que algumas instituições, como a Sociesc e a Univille, começaram a usar o Twitter como ferramenta de divulgação sobre os cursos oferecidos. Porém, o gestor dá a dica: “As unidades de ensino poderiam ter muito mais o que explorar, como avisos aos alunos sobre horários de aulas, calendário acadêmico e até informações com indicadores sociais e econômicos da cidade, já que essas instituições realizam pesquisas e estudos sobre Joinville”.</p>
<p>Outros ramos também estão explorando o Twitter e as redes sociais para disseminar as atividades que realizam. No quesito entretenimento, podemos destacar a casa noturna Moon, que, por meio dos perfis de seus donos, DJ e promoters consegue divulgar novidades, festas, preços, promoções e até fidelizar os clientes por meio de tweets ao longo da semana.</p>
<p>“No geral, este é o momento para que as empresas da região usem mais e melhor os recursos das redes sociais no cotidiano de suas atividades. O movimento iniciado de uso das redes sociais não irá diminuir. O consumidor 2.0 não espera menos das empresas que escolhe para adquirir, investir ou se relacionar e companhias precisam estar preparadas para conhecer e atender esse cliente, cada vez mais virtual”, afirma.</p>
<p><a href="http://www.humantech.com.br/wp-content/uploads/2010/04/revistapremier_1.jpg" target="_blank"><img src="http://www.humantech.com.br/wp-content/uploads/2010/04/revistapremier_1_peq.jpg" alt="revistapremier_1_peq" title="revistapremier_1_peq" width="580" height="389" class="aligncenter size-full wp-image-551" /></a></p>
<p>Revista Premier Business – Março/Abril 2010</p>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 14:46:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<h3 class="entry-title"><a rel="bookmark" title="Permalink para 10 dicas para o uso das redes sociais" href="http://www.humantech.com.br/10-dicas-para-redes-sociais">10 dicas para o uso das redes sociais</a></h3><p class="excerpt with-image">As ferramentas de mídias sociais permitem a interação e o compartilhamento de informações nos mais diversos formatos online. Mais do que um recurso de batepapo e troca de informações entre os jovens, as mídias sociais se estabeleceram como recurso de relacionamento também na divulgação de produtos e serviços e mesmo na geração de negócios. </p><p class="excerpt-read-more"><a href="http://www.humantech.com.br/10-dicas-para-redes-sociais"><span class="excerpt-read-more-first-character">+</span> Leia Mais</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As ferramentas de mídias sociais permitem a interação e o compartilhamento de informações nos mais diversos formatos online. Mais do que um recurso de batepapo e troca de informações entre os jovens, as mídias sociais se estabeleceram como recurso de relacionamento também na divulgação de produtos e serviços e mesmo na geração de negócios.</p>
<p>Porém, assim como precisamos ter critério e bom senso ao telefone, e no uso do e-mail, nas redes sociais algumas regrinhas podem contribuir para o melhor aproveitamento da ferramenta.</p>
<p>Henrique Puccini, jornalista e economista com experiência na área de negócios e tecnologia, reuniu 10 Dicas, especialmente para a Premier Business, que podem ajudar você nesse mundo novo. Puccini é gerente de conteúdo digital e de novas mídias da Humantech, empresa de Gestão do Conhecimento. Atualmente, além da gerência de conteúdo, é editor especial de economia do site www.portalmoveleiro.com.br, do blog especializado em economia www.oeconomista.com.br e consultor em novas plataformas de conteúdo.</p>
<p><strong>1.	Utilize as mídias sociais para estreitar a relação com equipes</strong></p>
<p>Um blog dos executivos da empresa é um ótimo meio para aproximar equipes e diretoria, pois ele rompe barreiras que separam as áreas e cargos. Entretanto, conteúdos muito impessoais podem fazer com que o resultado do uso da ferramenta não seja o desejado. Nesse ponto, é necessária ainda uma dose de sensibilidade para delimitar o que é pessoal e publicável do que não deve ser divulgado.</p>
<p><strong>2.	Seja transparente e claro nos conteúdos postados nas mídias sociais</strong></p>
<p>Quando diretores de empresas forem se dirigir a funcionários, precisarão transparecer credibilidade e confiança, mas sem usar inverdades. Já as mensagens dirigidas ao público em geral, quando mal elaboradas, podem surtir efeito negativo, podendo arranhar a imagem da empresa e a credibilidade do profissional.</p>
<p><strong>3.	Mídias sociais são ótimas ferramentas para fidelizar clientes</strong></p>
<p>Uma maneira de fidelizar clientes utilizando as redes digitais é postar conteúdo relevante ao público-alvo. Os responsáveis pelas estratégias podem desenvolver um perfil editorial para que o conteúdo publicado desperte sempre interesse no leitor, com isso, a participação de mais usuários será espontânea.</p>
<p><strong>4.	Interaja com o público</strong></p>
<p>Perfis meramente informativos são pouco atraentes. O sucesso das mídias sociais está justamente ligado à interação entre usuários.</p>
<p><strong>5.	Esteja preparado para crises</strong></p>
<p>Uma das características das redes sociais digitais é colocar todos os usuários<br />
no mesmo nível, independentemente se é grande empresa ou pessoa física. Portanto, esteja preparado para ataques ou situações embaraçosas. Agir de maneira estratégica evitará danos à marca e à empresa.</p>
<p><strong>6.	Saiba tirar proveito das informações disponíveis nas redes</strong></p>
<p>Nem todos utilizam de maneira “exemplar” as redes sociais. Muitas empresas deixam vazar informações estratégicas, até mesmo por meio dos funcionários. Quem sabe uma delas não é sua concorrente?</p>
<p><strong>7.	Planeje-se antes de entrar nas mídias sociais</strong></p>
<p>Antes de abrir um perfil numa mídia social, é importante o desenvolvimento de um plano operacional. Avaliar se o tempo gasto vai garantir o retorno desejado deve estar neste planejamento.</p>
<p><strong>8.	Proporcione a colaboração</strong></p>
<p>Permitir que usuários enviem fotos, textos ou vídeos para um blog da empresa, por exemplo, pode fidelizar o cliente e fazer com que ele propague a marca.</p>
<p><strong>9.	Não crie perfis falsos</strong></p>
<p>A pressa para obtenção de resultados nas redes sociais pode fazer com que espertinhos criem perfis falsos para elogiar a empresa ou criticar o concorrente. Além de ser antiético, se descoberto, pode gerar efeitos negativos para imagem da empresa.</p>
<p><strong>10.	Evite mecanismos para aumentar seguidores ou fãs em redes sociais e microblogs</strong></p>
<p>Além de tirar a credibilidade da empresa, pode colocá-la em risco. Em muitos destes sistemas é necessário fornecer o login e senha da conta, o que pode permitir a ação de hackers.</p>
<p><a href="http://www.humantech.com.br/wp-content/uploads/2010/04/revistapremier_2.jpg" target="_blank"><img src="http://www.humantech.com.br/wp-content/uploads/2010/04/revistapremier_2_peq.jpg" alt="revistapremier_2_peq" title="revistapremier_2_peq" width="580" height="384" class="aligncenter size-full wp-image-545" /></a></p>
<p>Revista Premier Business &#8211; Março/Abril 2010</p>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 13:50:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<h3 class="entry-title"><a rel="bookmark" title="Permalink para Redes sociais criam novas oportunidades" href="http://www.humantech.com.br/redes-sociais-criam-novas-oportunidades">Redes sociais criam novas oportunidades</a></h3><p class="excerpt with-image">Até um ano atrás, as redes sociais - como Orkut, Twitter, Facebook - estavam na lista de passatempos do publicitário Rodrigo Prior, de 25 anos. Mas o sucesso dos sites de relacionamento no Brasil fez com que ele encontrasse na web uma forma de empreender. Prior começou a prestar consultoria para empresários interessados em se aproximar de clientes e até criar campanhas por meio desses sites - serviço que aos poucos vem sendo oferecido por grandes agências de publicidade.</p><p class="excerpt-read-more"><a href="http://www.humantech.com.br/redes-sociais-criam-novas-oportunidades"><span class="excerpt-read-more-first-character">+</span> Leia Mais</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Naiana Oscar</p>
<p>Até um ano atrás, as redes sociais &#8211; como Orkut, Twitter, Facebook &#8211; estavam na lista de passatempos do publicitário Rodrigo Prior, de 25 anos. Mas o sucesso dos sites de relacionamento no Brasil fez com que ele encontrasse na web uma forma de empreender. Prior começou a prestar consultoria para empresários interessados em se aproximar de clientes e até criar campanhas por meio desses sites &#8211; serviço que aos poucos vem sendo oferecido por grandes agências de publicidade.</p>
<p>Ao migrar dos meios formais para um ambiente totalmente digital, ele conseguiu ampliar o faturamento em 80%. Descobriu os dois sócios no Twitter, fundou a Social Branding e criou uma rede social &#8220;particular&#8221; para gerenciar os negócios, encontrar clientes e agilizar a produção. O foco de Rodrigo são as pequenas e médias empresas.</p>
<p>Uma pesquisa da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) concluída em março mostra que ele tem um mercado em potencial a explorar. Apenas 17% das empresas paulistas de menor porte mantêm cadastros em redes sociais. &#8220;Tentamos mostrar a elas que os sites de relacionamento podem ser uma forma de driblar a restrição orçamentária&#8221;, afirma. &#8220;Não adianta ter grandes ideias sem dinheiro para executá-las.&#8221;</p>
<p><strong>Diferencial.</strong> De olho nesse mercado, a empresa catarinense de gestão do conhecimento Humantech criou no ano passado um departamento só para oferecer aos clientes estratégias de relacionamento em redes sociais. &#8220;Isso se tornou um diferencial para conseguirmos novos contratos&#8221;, diz Celso Valentim, presidente da empresa. Em 2009, a Humantech faturou R$ 1,6 milhão com instituições de médio e grande portes. &#8220;Agora, somos procurados também por pequenos empresários.&#8221;</p>
<p>Informalmente, quem trabalha com publicidade em sites de relacionamento estima que, para cada R$ 1 investido em uma campanha nas redes sociais, seriam necessários R$ 13 para produzir um comercial na mídia convencional. &#8220;Mas o risco é dez vezes maior&#8221;, diz Igor Puga, diretor da agência ID/TBWA, que há dois anos incluiu em seus serviços a gestão de redes sociais.</p>
<p>O desafio é mostrar às empresas que o uso dessas redes exige planejamento, conhecimento e profissionais qualificados. &#8220;Como estão disponíveis de graça, as pessoas acham que é só se cadastrar e começar a produzir conteúdo. Pensar assim pode ser fatal&#8221;, diz Prior.</p>
<p>Um exemplo recente: na semana passada, Visa e Walmart usaram o Twitter para fazer uma campanha relâmpago que escapou por pouco de se voltar contra elas. Quando a mensagem &#8220;Juntos, pelo desconto Visa&#8221; fosse enviada 5 mil vezes, o supermercado venderia um acessório para jogar o game Guitar Hero pela metade do preço. O estoque acabou em 35 minutos, o que fez os internautas imediatamente iniciarem uma onda contrária, divulgando mensagens desaforadas. No dia seguinte, as empresas fizeram uma &#8220;reconciliação&#8221; pondo à venda mais 100 unidades. O saldo foram 17 mil &#8220;tweets&#8221; a favor e 4,6 mil contra.</p>
<p>A agência ID/TBWA, que desenvolveu a campanha, diz que o regulamento indicava claramente que a promoção era válida até o fim do estoque. &#8220;A reação não era esperada, mas é um dos riscos a que estamos sujeitos nas redes sociais&#8221;, disse o diretor executivo Igor Puga. &#8220;Só conseguimos reverter a situação porque não esbarramos em burocracia nas empresas para anunciar em pouco tempo uma nova promoção.&#8221;</p>
<p>Riscos desse tipo fazem a ACSP orientar seus associados a aderir gradativamente às redes. Para a superintendente de Marketing da ACSP, Sandra Turchi, pequenas e médias empresas devem usar esses meios primeiro para conhecer e se aproximar dos clientes.</p>
<p><strong>Perguntas &amp; Respostas</strong></p>
<p>Prós e contras das redes</p>
<p>1.    Quais as vantagens para as empresas que aderem às redes sociais?<br />
A rede permite colher informações de clientes ou do público alvo a um custo muito baixo e em curto prazo. Além de associar a imagem da empresa à transparência, faz com que o cliente se sinta tratado de igual para igual.</p>
<p>2.    Quais os pontos negativos?<br />
A empresa abre a possibilidade ser criticada. Na internet as reclamações podem se propagar rapidamente. Os problemas e comentários negativos ficam &#8220;arquivados&#8221; na web. A vantagem de estar próximo do cliente pode significar também estar mais vulnerável aos concorrentes.</p>
<p><a href="http://www.humantech.com.br/wp-content/uploads/2010/04/estadao_grande.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-537" border="0" title="estadao_pequeno" src="http://www.humantech.com.br/wp-content/uploads/2010/04/estadao_pequeno1.jpg" alt="estadao_pequeno" width="580" height="386" /></a></p>
<p>As informações são de O Estado de S. Paulo &#8211; 06 de abril de 2010.</p>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 19:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ronaldo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<h3 class="entry-title"><a rel="bookmark" title="Permalink para Humantech inaugura nova sede como ação do planejamento de crescimento para 2010" href="http://www.humantech.com.br/humantech-inaugura-nova-sede-como-acao-do-planejamento-de-crescimento-para-2010">Humantech inaugura nova sede como ação do planejamento de crescimento para 2010</a></h3><p class="excerpt without-image">A Humantech, uma das principais empresas de Gestão do Conhecimento do sul do Brasil, inaugurou, na sexta-feira (19), nova sede como parte das ações previstas no planejamento de crescimento para 2010. O novo espaço é alinhado às melhores práticas colaborativas, proporcionando melhor interação entre as equipes e ergonomia aos colaboradores. O escritório está estrategicamente localizado em Joinville, polo catarinense de tecnologia, em condomínio especializado para empresas de desenvolvimento tecnológico e de conhecimento. </p><p class="excerpt-read-more"><a href="http://www.humantech.com.br/humantech-inaugura-nova-sede-como-acao-do-planejamento-de-crescimento-para-2010"><span class="excerpt-read-more-first-character">+</span> Leia Mais</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Humantech, uma das principais empresas de Gestão do Conhecimento (GC) do sul do Brasil, inaugurou, na sexta-feira (19), nova sede como parte das ações previstas no planejamento de crescimento para 2010. O novo espaço é alinhado às melhores práticas colaborativas, proporcionando melhor interação entre as equipes e ergonomia aos colaboradores. O escritório está estrategicamente localizado em Joinville, polo catarinense de tecnologia, em condomínio especializado para empresas de desenvolvimento tecnológico e de conhecimento. </p>
<p>O ano de 2009 foi de reposicionamento para a empresa, fortalecendo as áreas de Gestão, Mídia e Engenharia do Conhecimento e, com isso, atingindo um crescimento de 300%. “O novo escritório permite a ampliação da equipe e da carteira de clientes, estimulando o fortalecimento de uma cultura de inovação necessária ao mercado nacional”, comenta o diretor-presidente da Humantech, Celso Ricardo Salazar Valentim. </p>
<p>Desde o ano passado, a Humantech tem diversificado as opções de serviços. Após a incorporação de duas empresas de TI, além da consultoria em Gestão do Conhecimento, a companhia passou a oferecer gerenciamento de conteúdo on-line, desenvolvimento de aplicativos e softwares, e-Learning, ações de planejamento e branding em redes sociais e produção de conteúdo audiovisual utilizando técnicas de animação e vídeos em 2D e 3D.</p>
<p><strong>Sobre a Humantech</strong></p>
<p>Por meio de estratégias de GC, a Humantech unifica competências individuais, tecnologias e procedimentos para criar e organizar o conhecimento dentro das corporações. Neste sentido, são desenvolvidas todas as atividades necessárias para descobrir, adquirir, armazenar, expandir, divulgar e utilizar o conhecimento como subsídio para ações estratégicas.</p>
<p><strong>Nova sede da Humantech: Rua São Paulo, 31. Bairro Bucarein, Joinville &#8211; SC<br />
CEP 89202-200</strong></p>
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		<link>http://www.humantech.com.br/tecnologia-aliada-a-praticidade</link>
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		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 18:11:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<h3 class="entry-title"><a rel="bookmark" title="Permalink para Tecnologia aliada a praticidade" href="http://www.humantech.com.br/tecnologia-aliada-a-praticidade">Tecnologia aliada a praticidade</a></h3><p class="excerpt without-image">Fazer mil coisas ao mesmo tempo, digerir um número ainda maior de informações por segundo e ter tempo para a vida pessoal. Para alguns, essas poderiam ser as características de um hiperativo, expressão empregada com tanta regularidade hoje em dia. Mas não se trata de uma síndrome atual ou recentemente descoberta, e sim de mais [...]</p><p class="excerpt-read-more"><a href="http://www.humantech.com.br/tecnologia-aliada-a-praticidade"><span class="excerpt-read-more-first-character">+</span> Leia Mais</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fazer mil coisas ao mesmo tempo, digerir um número ainda maior de informações por segundo e ter tempo para a vida pessoal. Para alguns, essas poderiam ser as características de um hiperativo, expressão empregada com tanta regularidade hoje em dia. Mas não se trata de uma síndrome atual ou recentemente descoberta, e sim de mais um integrante desta geração de “malucos” por tecnologia e por informação. Trata-se do perfil do joinvilense Henrique Puccini, de 27 anos.</p>
<p>Ele é jornalista, mas não conformou-se com apenas um curso superior. No momento, está no quarto ano da faculdade de economia. Fora isso, é um apaixonado por todas as novidades tecnológicas e pelo que elas são capazes de oferecer em termos de praticidade. “Gosto de aproveitar e conhecer tudo o que a tecnologia pode nos fornecer de melhorias, tanto sociais quanto econômicas”, afirma o gerente de conteúdo digital na empresa de gestão de conhecimento Humantech, em Joinville. Jovem e ambicioso, Henrique gosta de desafios, principalmente no aspecto profissional. Sente-se motivado por melhorias e novidades.</p>
<p>Mesmo assim, garante que faz parte de uma onda de transição na qual o computador entrou somente na pós-adolescência. “Quando pequeno, fiz minhas pesquisas em livros e bibliotecas. Celulares ou comunicadores eram infinitamente restritos e caros. E-mail, Google e a proliferação de ferramentas on-line surgiram depois de eu entrar na universidade, há dez anos”, lembra. “Sou Y no sentido de conhecer, aproveitar e estar à frente nos recursos que a tecnologia oferece. Mas não sou tão imediatista, qualidade que vale ouro em tempos que valorizam somente a agilidade”, esclarece.</p>
<p>Hoje, Henrique sente-se realizado atuando em uma empresa que aplica soluções de gestão do conhecimento, uma área ainda em expansão a partir de ferramentas on-line e off-line, algo completamente fora de cogitação nos mesmos dez anos que revolucionaram os negócios e a sociedade. Como sempre gostou de tecnologia, recursos e facilidades dos equipamentos, os amigos mais próximos sempre o procuravam para saber se estavam comprando bons produtos ou programas. Sempre requisitavam também dicas sobre o que comprar, quais itens ou sobre programas de computador. “Isso me estimulava a estudar mais e compreender melhor o mundo Y, interagindo com toda uma geração que está hoje por aí.”</p>
<p>Henrique lembra que a Geração Y cresceu usando a internet como base de quase tudo, como na pesquisa de preços, conceitos, estudos e relacionamentos. “Essas pessoas, e eu me incluo aqui, surpreendem com informações inesperadas sobre os mais variados temas e certamente gostam de apetrechos tecnológicos, mas que facilitem sua rotina e tragam benefícios”, conta. Uma das características marcantes do perfil Y, para o jornalista, está em suspeitar da publicidade tradicional, confiando mais em informações e opiniões de amigos ou outras fontes de conteúdo como redes sociais e blogs.</p>
<p>“Claro, aqui, mudou a forma de contato. É o tradicional boca-a-boca, agora mais tecnológico e veloz”, observa. Velocidade é outra característica dessa geração, que faz tudo ao mesmo tempo, agora. Apesar de tanto conteúdo em desenvolvimento, Henrique faz uma ressalva: muitas atitudes dos “ipisilones” ainda são vazias. Uma rede social como o Orkut, por exemplo, mostra tudo de bom que essa geração proporciona, desde resenhas de livros ou produtos, como também comportamentos terríveis conhecidos como bullying. O potencial desta geração, exposta muito cedo a coisas bastante sofisticadas, é sem referencial.</p>
<p>“Diferentemente do que muitos estudiosos destacam, os Y não são revoltados e têm valores éticos muito fortes”, pensa o jornalista. “Priorizam o aprendizado e as relações humanas, mas, para isso, precisam que você entre no seu mundo. Penso que os valores da Geração Y não são nada diferentes dos valores tradicionais, mas são mais liberais e valorizam honestidade, criatividade, família e sucesso.”<br />
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Fonte: Jornal A Notícia</em></p>
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