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	<title>Humantech &#187; geração y</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 18:11:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<h3 class="entry-title"><a rel="bookmark" title="Permalink para X, Y, Z. Qual é a sua tribo?" href="http://www.humantech.com.br/x-y-z-qual-e-a-sua-tribo">X, Y, Z. Qual é a sua tribo?</a></h3><p class="excerpt without-image">Os “ipisilones” nasceram a partir da década de 1980 e são uma geração formada por filhos dos Baby Boomers. Confira quem são e o que querem estes jovens com menos de 30 anos, acostumados a não reverenciar hierarquias e ligados à alta tecnologia.
Ambicioso, criativo, impaciente. Você, que tem menos de 30 anos e já foi [...]</p><p class="excerpt-read-more"><a href="http://www.humantech.com.br/x-y-z-qual-e-a-sua-tribo"><span class="excerpt-read-more-first-character">+</span> Leia Mais</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os “ipisilones” nasceram a partir da década de 1980 e são uma geração formada por filhos dos Baby Boomers. Confira quem são e o que querem estes jovens com menos de 30 anos, acostumados a não reverenciar hierarquias e ligados à alta tecnologia.</p>
<p>Ambicioso, criativo, impaciente. Você, que tem menos de 30 anos e já foi identificado assim? As pessoas com mais de 50 anos, de vez em quando, gostam de falar de uma tal geração que nasceu no meio de brinquedos eletrônicos e cresceu dentro de apartamentos, sob a proteção de pais preocupados. Hoje, esses jovens estão tomando conta do mercado de trabalho e mostrando que existe uma maneira de pensar bem diferente daquela das gerações anteriores. A Geração Y também tem outras denominações, como geração internet ou filhos do milênio, mas independentemente do nome, ela é formada por filhos dos Baby Boomers – pessoas que nasceram entre 1946 e 1964.</p>
<p>Antes de se revoltar contra a denominação e esbravejar que não gosta de ser rotulado, saiba que são estudos e pesquisas, muitos deles desenvolvidos ou originados nos Estados Unidos e ligados a diferentes momentos que aquele país tem atravessado, que ajudam a definir grupos de pessoas e gerações. Um dos objetivos destas pesquisas é facilitar a compreensão do que vai mudando com o passar do tempo, como o comportamento dos indivíduos em relação ao trabalho e a suas relações sociais. E mostrar também fatos que ajudaram a marcar época e mudaram os valores e o jeito de uma sociedade pensar.</p>
<p>Esses estudos são importantes porque expõem como os fatos formam a ideia que essas pessoas têm sobre instituições, dinheiro, família e carreira – conjunto que molda as características de uma geração. É assim que se tenta prever o que vem adiante e como isso poderá ser administrado. Como muitos traços destes estudos são comuns, podem ser aplicados à realidade de outros lugares, como o Brasil. A Geração Y é formada por pessoas que nasceram entre 1978 e 1995, que têm hoje entre 14 e 31 anos. No Brasil, alguns estudiosos consideram desta geração as pessoas nascidas entre 1981 e 1995, que teriam hoje entre 14 e 28 anos, já que as mudanças que ocorriam em outros pontos do planeta chegavam ao Brasil com um pouco de atraso.</p>
<p>“A Geração Y é aquela que, enquanto conversa, responde mensagens no MSN ou SMS, fala ao celular, navega numa rede social, assiste à televisão, ainda arruma tempo para brincar com animais domésticos e ter uma vida off-line”, define Henrique Puccini, que é jornalista, está se formando em economia e é gerente de conteúdo de uma empresa de Joinville. Aos 27 anos, ele é um perfeito exemplar da Geração Y. “Essa nova geração gosta de ter atenção e direciona o foco de suas atividades quase sempre no curto prazo, buscando uma constante mudança. Não aceita bem regras pré-estabelecidas e considera natural trocar muitas vezes de trabalho, principalmente na busca por qualidade de vida, o que hoje se reflete em desafios”, destaca.</p>
<p>Outra joinvilense que é apaixonada por muitas coisas ao mesmo tempo e, se puder fazer tudo simultaneamente, melhor ainda, é a engenheira Crisda Amancio Ghiorzi, 28 anos. Quando era criança, foi estimulada a praticar piano, teclado, bateria, inglês e a praticar esportes. Cresceu acostumada a desenvolver múltiplas habilidades e realizar várias tarefas ao mesmo tempo – o que se torna muito melhor quando tudo é aliado à praticidade e as tecnologias modernas.</p>
<p>Os dois ainda não têm filhos e nem pensam nisso por enquanto. Mas os pais deles, com a idade que Henrique e Crisda têm hoje, já tinham colocado suas “crias” no mundo. Nesta reportagem, eles vão contar um pouquinho sobre o que pensam, como agem – e o motivo de serem verdadeiros “ipisilones”, com orgulho.</p>
<p><strong>Não à hierarquia</strong></p>
<p>Ano passado, 730 mil universitários e recém-formados se candidataram a 2.334 vagas de estágios e trainees de algumas das mais cobiçadas empresas, entre as quais Microsoft, Sadia, Nestlé e Unilever. Apesar da oferta generosa de cabeças vindas das melhores faculdades do País, 10% das vagas não foram preenchidas. Uma pesquisa recente promovida pela Cia. de Talentos com 31 mil estudantes do ensino superior detectou um conflito geracional: as empresas não estão entendendo os jovens formados na Geração Y.</p>
<p>A recíproca é verdadeira: os “ipisilones” também não entendem o que as empresas querem. “Há um modo diferente de encarar o mundo”, afirma a psicóloga Sofia Esteves, presidente da Cia. de Talentos. A Geração Y não reverencia hierarquias. Tem habilidade de sobra para executar tarefas simultâneas e velozes, mas carece de foco e aprofundamento. “É uma atitude reforçada pelo clima familiar, com a mudança da relação de autoridade de pais e filhos”, explica em um artigo o especialista em educação Gilberto Dimenstein. Para a consultora em carreira e diretora da Missel Capacitação Empresarial, Simoni Missel, os filhos de hoje estão seguros para correr riscos porque os pais trabalharam para isso e os cobriram com uma superproteção. Eles têm as facilidades sonhadas pelos pais.</p>
<p>Descartando as diferenças, há algo que une culturalmente os integrantes das gerações. Os Baby Boomers estão unidos de forma inigualável pela televisão. Esta geração foi a primeira que cresceu em frente aos programas televisivos. Eles puderam compartilhar eventos culturais e marcos com todas as pessoas no seu grupo de idade, independentemente de onde elas estavam. Todos eles assistiram “Bonanza” ou “Deixe isso para o Castor” e viram a Guerra do Vietnã nas salas de estar, conforme cresciam. Esses momentos compartilhados ajudaram a estabelecer um vínculo da geração sem precedentes. A partir de 2011, pode começar uma nova revolução. Por volta deste ano, os mais velhos dos Baby Boomers estarão se aposentando, deixando no lugar a Geração X, que surgiu logo depois.</p>
<p>“Somos jovens, dinâmicos, antenados, inquietos e muitas vezes impacientes”, define Guilherme Tossulino, um dos fundadores do blog “Minha Carreira” (www.minhacarreira.com), que publica artigos direcionados para o público Y. Com colaboradores do Brasil inteiro, Guilherme representa Santa Catarina no grupo, e é um exímio integrante da geração de quem tem menos de 30. “A ideia surgiu quando eu e o Diego Homem, que hoje mora em Dubai, estávamos conversando sobre projetos futuros, em janeiro de 2009. Sentimos a carência por informações a respeito da Geração Y escrita e visualizada por jovens”, diz. Aí, começaram a escrever sobre o tema e o conteúdo rendeu mais do que imaginavam.</p>
<p>Guilherme lembra que a Geração Y cresceu jogando video game, ouvindo música e acessando a internet, portanto, tecnologia faz parte da vida desses jovens. Ele, que tem apenas 27 anos, sabe bem do que fala. “Somos os donos da maioria dos blogs e também povoamos a maioria das comunidades e redes sociais. Gostamos de mudanças e detestamos monotonia”, diz.</p>
<p>Na opinião dele, a Geração Y é carente por feedback, tem sede de conhecimento e deseja crescimento rápido na carreira. Para isso, busca empresas que possam oferecer oportunidades claras de ascensão e querem conhecer as regras do jogo antes de começarem a jogar. Com a competitividade por mão-de-obra qualificada, as empresas, em geral, tendem a adotar um discurso de empresas perfeitas, cheias de benefícios e possibilidades de crescimento profissional. Mas a Geração Y já está mais atenta e não espera muito para querer ver na prática o que é prometido e acordado.</p>
<p>“Quando o assunto é carreira, estamos sempre procurando conhecimentos técnicos e capacitação profissional. Trabalhamos melhor em equipes e procuramos empregos que ofereçam flexibilidade de horário, mobilidade e planos de carreira. Adoramos respostas às nossas questões, pois perguntamos muito. Queremos reconhecimento e promoções o quanto antes. Não temos medo de arriscar e a busca por novos ares ocorre com mais frequência”, conta.</p>
<p>Tudo bem que a Geração Y é caracterizada por pontos muito positivos como dinamismo, vontade de crescer rapidamente, multidisciplinariedade e busca constante por conhecimento. Mesmo assim, os jovens precisam de reforço em questões como persistência para executar tarefas rotineiras e precisam apostar mais na paciência. Podem até quebrar regras com facilidade e falar mais do que ouvem.</p>
<p>Então, como aproveitar o máximo esse potencial em criar e fazer acontecer? “Amadurecendo”, esclarece Guilherme. “Essa geração tem um grande potencial para inovar e fazer diferente, mas não devemos pensar que somos a última bolacha do pacote. A maturidade profissional ainda é escassa entre os jovens e eles precisam aprender a errar e a aceitar os desafios da vida, mesmo que venham com perdas e dificuldades.”</p>
<p>E a próxima geração? A tendência é chamá-la de Z, que serão os filhos da Geração X. Guilherme acredita que serão pessoas ainda mais ligadas à tecnologia. “Podem até ser mimados, pois serão pessoas com poucos irmãos e primos, pois cada vez mais os filhos são uma segunda opção. A Geração Y prioriza a carreira e os estudos e talvez falte tempo para os filhos. A mulher Y trabalha, estuda e quer ser idependente financeiramente antes de ter o filho”, pensa.</p>
<p><em>Fonte: Jornal A Notícia</em></p>
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		<description><![CDATA[<h3 class="entry-title"><a rel="bookmark" title="Permalink para Tecnologia aliada a praticidade" href="http://www.humantech.com.br/tecnologia-aliada-a-praticidade">Tecnologia aliada a praticidade</a></h3><p class="excerpt without-image">Fazer mil coisas ao mesmo tempo, digerir um número ainda maior de informações por segundo e ter tempo para a vida pessoal. Para alguns, essas poderiam ser as características de um hiperativo, expressão empregada com tanta regularidade hoje em dia. Mas não se trata de uma síndrome atual ou recentemente descoberta, e sim de mais [...]</p><p class="excerpt-read-more"><a href="http://www.humantech.com.br/tecnologia-aliada-a-praticidade"><span class="excerpt-read-more-first-character">+</span> Leia Mais</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fazer mil coisas ao mesmo tempo, digerir um número ainda maior de informações por segundo e ter tempo para a vida pessoal. Para alguns, essas poderiam ser as características de um hiperativo, expressão empregada com tanta regularidade hoje em dia. Mas não se trata de uma síndrome atual ou recentemente descoberta, e sim de mais um integrante desta geração de “malucos” por tecnologia e por informação. Trata-se do perfil do joinvilense Henrique Puccini, de 27 anos.</p>
<p>Ele é jornalista, mas não conformou-se com apenas um curso superior. No momento, está no quarto ano da faculdade de economia. Fora isso, é um apaixonado por todas as novidades tecnológicas e pelo que elas são capazes de oferecer em termos de praticidade. “Gosto de aproveitar e conhecer tudo o que a tecnologia pode nos fornecer de melhorias, tanto sociais quanto econômicas”, afirma o gerente de conteúdo digital na empresa de gestão de conhecimento Humantech, em Joinville. Jovem e ambicioso, Henrique gosta de desafios, principalmente no aspecto profissional. Sente-se motivado por melhorias e novidades.</p>
<p>Mesmo assim, garante que faz parte de uma onda de transição na qual o computador entrou somente na pós-adolescência. “Quando pequeno, fiz minhas pesquisas em livros e bibliotecas. Celulares ou comunicadores eram infinitamente restritos e caros. E-mail, Google e a proliferação de ferramentas on-line surgiram depois de eu entrar na universidade, há dez anos”, lembra. “Sou Y no sentido de conhecer, aproveitar e estar à frente nos recursos que a tecnologia oferece. Mas não sou tão imediatista, qualidade que vale ouro em tempos que valorizam somente a agilidade”, esclarece.</p>
<p>Hoje, Henrique sente-se realizado atuando em uma empresa que aplica soluções de gestão do conhecimento, uma área ainda em expansão a partir de ferramentas on-line e off-line, algo completamente fora de cogitação nos mesmos dez anos que revolucionaram os negócios e a sociedade. Como sempre gostou de tecnologia, recursos e facilidades dos equipamentos, os amigos mais próximos sempre o procuravam para saber se estavam comprando bons produtos ou programas. Sempre requisitavam também dicas sobre o que comprar, quais itens ou sobre programas de computador. “Isso me estimulava a estudar mais e compreender melhor o mundo Y, interagindo com toda uma geração que está hoje por aí.”</p>
<p>Henrique lembra que a Geração Y cresceu usando a internet como base de quase tudo, como na pesquisa de preços, conceitos, estudos e relacionamentos. “Essas pessoas, e eu me incluo aqui, surpreendem com informações inesperadas sobre os mais variados temas e certamente gostam de apetrechos tecnológicos, mas que facilitem sua rotina e tragam benefícios”, conta. Uma das características marcantes do perfil Y, para o jornalista, está em suspeitar da publicidade tradicional, confiando mais em informações e opiniões de amigos ou outras fontes de conteúdo como redes sociais e blogs.</p>
<p>“Claro, aqui, mudou a forma de contato. É o tradicional boca-a-boca, agora mais tecnológico e veloz”, observa. Velocidade é outra característica dessa geração, que faz tudo ao mesmo tempo, agora. Apesar de tanto conteúdo em desenvolvimento, Henrique faz uma ressalva: muitas atitudes dos “ipisilones” ainda são vazias. Uma rede social como o Orkut, por exemplo, mostra tudo de bom que essa geração proporciona, desde resenhas de livros ou produtos, como também comportamentos terríveis conhecidos como bullying. O potencial desta geração, exposta muito cedo a coisas bastante sofisticadas, é sem referencial.</p>
<p>“Diferentemente do que muitos estudiosos destacam, os Y não são revoltados e têm valores éticos muito fortes”, pensa o jornalista. “Priorizam o aprendizado e as relações humanas, mas, para isso, precisam que você entre no seu mundo. Penso que os valores da Geração Y não são nada diferentes dos valores tradicionais, mas são mais liberais e valorizam honestidade, criatividade, família e sucesso.”<br />
<em><br />
Fonte: Jornal A Notícia</em></p>
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