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	<title>Humantech</title>
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	<description>Gestão do Conhecimento</description>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 17:22:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ronaldo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<h3 class="entry-title"><a rel="bookmark" title="Permalink para O jeito 3G de viver: a nova tecnologia de telefonia celular está transformando os hábitos de milhares de consumidores" href="http://www.humantech.com.br/o-jeito-3g-de-viver-a-nova-tecnologia-de-telefonia-celular-esta-transformando-os-habitos-de-milhares-de-consumidores">O jeito 3G de viver: a nova tecnologia de telefonia celular está transformando os hábitos de milhares de consumidores</a></h3><p class="excerpt with-image">Banda larga de internet em qualquer lugar. Facilidade para baixar jogos e filmes com maior facilidade. Fazer videochamadas. Assistir a canais de televisão por sinal digital. Estas são algumas das facilidades da telefonia 3G que estão virando a cabeça de milhares de joinvilenses. No Brasil, segundo a Anatel, já são 7,5 milhões de pessoas usando [...]</p><p class="excerpt-read-more"><a href="http://www.humantech.com.br/o-jeito-3g-de-viver-a-nova-tecnologia-de-telefonia-celular-esta-transformando-os-habitos-de-milhares-de-consumidores"><span class="excerpt-read-more-first-character">+</span> Leia Mais</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_500" class="wp-caption alignleft" style="width: 232px"><img class="size-full wp-image-500" title="Henrique Puccini, gerente de conteúdo digital" src="http://www.humantech.com.br/wp-content/uploads/2010/03/henrique.jpg" alt="henrique" width="222" height="300" /><p class="wp-caption-text">Para Henrique Puccini, 3G é uma tecnologia que não sai do bolso</p></div>
<p>Banda larga de internet em qualquer lugar. Facilidade para baixar jogos e filmes com maior facilidade. Fazer videochamadas. Assistir a canais de televisão por sinal digital. Estas são algumas das facilidades da telefonia 3G que estão virando a cabeça de milhares de joinvilenses. No Brasil, segundo a Anatel, já são 7,5 milhões de pessoas usando a nova tecnologia, que tem como ícone o iPhone.<br />
Para o coordenador de computação Maurício Pillon, é uma nova forma de viajar. “Posso ir para qualquer cidade sem me preocupar em como fazer para encontrar um hotel ou uma estrada”. Para o gerente Henrique Puccini, a mudança foi radical: banda larga é coisa do passado.</p>
<p>E as empresas estão de olho neste mercado. Das quatro operadoras de telefonia móvel que atuam hoje na região de Joinville, apenas a TIM ainda não oferece o serviço em Joinville. E não tem planos para oferecer a tecnologia.</p>
<p>Os planos são bem variados e podem ser incluídos em pacotes para quem já usa celular. Mas há um porém: o sinal não cobre totalmente a cidade, mas sim grande parte, principalmente na região central e bairros próximos. Em todas as operadoras a rede está sujeita a oscilações de acordo com as condições do tempo.</p>
<p><strong>Entenda a nova tecnologia</strong></p>
<p>Depois dos celulares analógicos e digitais, chegaram os aparelhos com tecnologia 3G. A terceira geração em telefonia móvel usa um sistema de internet sem fio com maior capacidade e velocidade na transmissão de dados, o que possibilita o baixamento de vídeos e músicas em menos tempo.</p>
<p>Existem vários aparelhos capazes de captar o sinal 3G, basta o celular possuir a tecnologia WCDMA. Uma rápida leitura no manual do aparelho permite descobrir se o equipamento é compatível. O mais famoso deles é o iPhone da Apple.</p>
<p>A velocidade da conexão depende do plano escolhido junto à operadora. Os preços costumam variar de acordo com a capacidade e a rapidez na transmissão e recebimento de dados (veja gráfico ao lado).</p>
<p>“No Brasil, a velocidade máxima alcançada fica entre 500 kbps e um mega, enquanto em países europeus este número é três vezes maior e deve alcançar os 20 megas nos próximos anos. A demanda é crescente. Quanto mais o usuário conhece as vantagens, mais demanda gera”, explica o especialista Eduardo Tude, presidente de uma consultoria em telecomunicações.</p>
<p>Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em um ano, o número de usuários da nova tecnologia aumentou mais de quatro vezes e meia.</p>
<p><strong>Uma nova maneira de viajar</strong></p>
<p>O acesso ao 3G mudou a forma como o coordenador de computação da Udesc, Maurício Aronne Pillon, visita outras cidades.</p>
<p>“Estava em Curitiba e queria um lugar para comer. Com o acesso à internet através do celular, descobri quais restaurantes estavam mais próximos e o caminho mais fácil para chegar. A tecnologia 3G mudou minha forma de viajar. Agora, não tenho necessidade de fazer um planejamento tão específico.”</p>
<p>Maurício lembra que é preciso estar atento ao roaming, taxa adicional cobrada pelas empresas quando o cliente está fora de seu código de área, assim como acontece com os celulares. Outra dica é escolher um plano correspondente às suas necessidades.</p>
<p>“O tempo necessário para baixar arquivos é maior. Em casa, usando um plano básico de ADSL, demoro 50 minutos para fazer o download de um filme, enquanto no 3G este tempo aumenta em 20 minutos. Mas ainda assim, a possibilidade de conectar em qualquer lugar compensa essa diferença, pois facilita e muito a minha vida.”</p>
<p><strong>Pensar duas vezes antes de ter banda larga</strong></p>
<p>O gerente de conteúdo digital Henrique Puccin teve acesso ao 3G por meio do trabalho. Na empresa onde ele atua, o número de celulares que oferecem o sistema cresceu de um para sete desde que surgiu a tecnologia no Estado. Cliente há seis meses, ele afirma estar muito satisfeito e diz que transformou a tecnologia em uma ferramenta diária .</p>
<p>“Além de estar sempre conectado com clientes e empresa, uso também para meu entretenimento, como comunicadores instantâneos (como MSN) e sites. Me mudei faz pouco tempo e estou sem conexão em casa. Usando mais o 3G, comecei a ter dúvidas em relação à contratação de internet banda larga”, diz.</p>
<p>Além da vantagem de poder estar sempre online, Henrique destaca a qualidade do sinal. “A cobertura está muito boa na região Norte, em Florianópolis e Blumenau. No Sul do Estado já não está tão boa assim. Outro lado positivo é a queda dos preços. Antes, só era possível encontrar planos corporativos caros. Agora, dependendo do perfil da pessoa, ela pode encontrar opções com melhor custo. A velocidade para download é um ponto negativo, mas que no meu caso entra em equilibro quando coloco em conta a possibilidade de conectar em qualquer lugar”.</p>
<p>Fonte: Jornal A Notícia – 07/03/2010</p>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 19:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ronaldo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<h3 class="entry-title"><a rel="bookmark" title="Permalink para Humantech inaugura nova sede como ação do planejamento de crescimento para 2010" href="http://www.humantech.com.br/humantech-inaugura-nova-sede-como-acao-do-planejamento-de-crescimento-para-2010">Humantech inaugura nova sede como ação do planejamento de crescimento para 2010</a></h3><p class="excerpt without-image">A Humantech, uma das principais empresas de Gestão do Conhecimento do sul do Brasil, inaugurou, na sexta-feira (19), nova sede como parte das ações previstas no planejamento de crescimento para 2010. O novo espaço é alinhado às melhores práticas colaborativas, proporcionando melhor interação entre as equipes e ergonomia aos colaboradores. O escritório está estrategicamente localizado em Joinville, polo catarinense de tecnologia, em condomínio especializado para empresas de desenvolvimento tecnológico e de conhecimento. </p><p class="excerpt-read-more"><a href="http://www.humantech.com.br/humantech-inaugura-nova-sede-como-acao-do-planejamento-de-crescimento-para-2010"><span class="excerpt-read-more-first-character">+</span> Leia Mais</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Humantech, uma das principais empresas de Gestão do Conhecimento (GC) do sul do Brasil, inaugurou, na sexta-feira (19), nova sede como parte das ações previstas no planejamento de crescimento para 2010. O novo espaço é alinhado às melhores práticas colaborativas, proporcionando melhor interação entre as equipes e ergonomia aos colaboradores. O escritório está estrategicamente localizado em Joinville, polo catarinense de tecnologia, em condomínio especializado para empresas de desenvolvimento tecnológico e de conhecimento. </p>
<p>O ano de 2009 foi de reposicionamento para a empresa, fortalecendo as áreas de Gestão, Mídia e Engenharia do Conhecimento e, com isso, atingindo um crescimento de 300%. “O novo escritório permite a ampliação da equipe e da carteira de clientes, estimulando o fortalecimento de uma cultura de inovação necessária ao mercado nacional”, comenta o diretor-presidente da Humantech, Celso Ricardo Salazar Valentim. </p>
<p>Desde o ano passado, a Humantech tem diversificado as opções de serviços. Após a incorporação de duas empresas de TI, além da consultoria em Gestão do Conhecimento, a companhia passou a oferecer gerenciamento de conteúdo on-line, desenvolvimento de aplicativos e softwares, e-Learning, ações de planejamento e branding em redes sociais e produção de conteúdo audiovisual utilizando técnicas de animação e vídeos em 2D e 3D.</p>
<p><strong>Sobre a Humantech</strong></p>
<p>Por meio de estratégias de GC, a Humantech unifica competências individuais, tecnologias e procedimentos para criar e organizar o conhecimento dentro das corporações. Neste sentido, são desenvolvidas todas as atividades necessárias para descobrir, adquirir, armazenar, expandir, divulgar e utilizar o conhecimento como subsídio para ações estratégicas.</p>
<p><strong>Nova sede da Humantech: Rua São Paulo, 31. Bairro Bucarein, Joinville &#8211; SC<br />
CEP 89202-200</strong></p>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 00:59:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>henrique</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<h3 class="entry-title"><a rel="bookmark" title="Permalink para Redes sociais &#038; indústria: potencializando negócios na Internet " href="http://www.humantech.com.br/redes-sociais-industria-potencializando-negocios-na-internet">Redes sociais &#038; indústria: potencializando negócios na Internet </a></h3><p class="excerpt without-image">Os consumidores mudaram a forma de se relacionar com as marcas e produtos, criando um novo mundo, virtual, com base nos buscadores, nas comunidades e redes sociais de relacionamento virtual, como os famosos YouTube e Orkut, e no marketing viral on-line do tradicional boca-a-boca.
As empresas já participam desse universo, independente da vontade dos empresários de [...]</p><p class="excerpt-read-more"><a href="http://www.humantech.com.br/redes-sociais-industria-potencializando-negocios-na-internet"><span class="excerpt-read-more-first-character">+</span> Leia Mais</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os consumidores mudaram a forma de se relacionar com as marcas e produtos, criando um novo mundo, virtual, com base nos buscadores, nas comunidades e redes sociais de relacionamento virtual, como os famosos YouTube e Orkut, e no marketing viral on-line do tradicional boca-a-boca.</p>
<p>As empresas já participam desse universo, independente da vontade dos empresários de aceitar ou não ter a sua marca na boca dos internautas. Os gestores de marcas, RH e produtos precisam saber como agir e quando entrar nesse ambiente virtual, aprendendo sobre as necessidades dos consumidores 2.0. </p>
<p>Sobre estes desafios e cases de sucesso, a Humantech, uma das principais empresas de Gestão do Conhecimento do Sul do Brasil, realiza em Jaraguá do Sul, dia 23, às 19h, no Auditório da Associação Empresarial de Jaraguá do Sul (Acijs), a palestra: “Redes sociais &#038; indústria: potencializando negócios na Internet”.</p>
<p>Com uma avalanche de informação diária sobre redes sociais (Twitter, Orkut, Facebook), Web 2.0 e de uma infinidade de siglas, muitas empresas ficam sem direção na Internet, perdendo a oportunidade de aumentar e conhecer seu cliente, agora 2.0.</p>
<p>“As redes sociais são meios de relacionamento e, também, canais de negócios, aproximando como nunca consumidores de  empresas”, destaca o economista e Mestre em Engenharia e Gestão do  Conhecimento, Celso Ricardo Salazar Valentim.</p>
<p>Apesar do receio que ainda cerca o ambiente corporativo com relação à adoção de ferramentas digitais e liberdade para a comunicação na Internet no seu cotidiano, há o consenso de que as redes sociais são importantes.  Indústrias de diversos setores como alimentação, moda, equipamentos pesados, construção civil e varejo podem fortalecer suas estratégias corporativas usando de planejamento, avaliação de resultados e métricas digitais, garantindo a viabilidade de projetos on-line e posicionamento de marca na Web.</p>
<p>“As empresas precisam aprender a conviver e responder à crescente procura deste consumidor moderno, sendo ele uma pessoa física ou jurídica, cada vez mais conectado e informado, que amplifica o debate na Web“, comenta o jornalista e gerente de conteúdo digital da Humantech, Henrique Puccini.</p>
<p>De tudo, há uma verdade: sua marca, produto ou serviço está sendo avaliado e pode, a qualquer minuto, ser motivo de uma campanha viral, positiva ou negativa, na Internet.</p>
<p><strong>+ INFO<br />
</strong>O QUÊ: Palestra “Redes sociais &#038; indústria: potencializando negócios na Internet”, com o economista e diretor-presidente da Humantech, Celso Ricardo Salazar Valentim, e o jornalista e especialista em novas mídias, Henrique Puccini.<br />
QUANDO: 23 de fevereiro de 2010<br />
ONDE: Associação Empresarial de Jaraguá do Sul<br />
Rua Octaviano Lombardi, 100 &#8211; CEP 89.255-000<br />
Jaraguá do Sul &#8211; Santa Catarina<br />
HORÁRIO: 19h<br />
INFORMAÇÕES: (47) 3275-7010</p>
<p>Palestrantes</p>
<p>Celso Ricardo Salazar Valentim<br />
Diretor-Presidente da Humantech, Professor da Universidade da Região de Joinville, Economista, Presidente da Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento (SBGC) em Santa Catarina, Mestre em Engenharia e Gestão do Conhecimento,  Especialista em Gestão da Tecnologia da Informação e Doutorando em Engenharia da Produção pela UFSC.</p>
<p>Henrique Puccini<br />
Henrique Puccini é jornalista especializado em economia e tecnologia. Graduado em jornalismo pela UFSC e economista pela Univille, atuou como correspondente em Santa Catarina para o jornal econômico nacional DCI (Diário Comércio &#038; Indústria) e assessor de comunicação corporativa na agência EDM Logos. Atualmente é gerente de conteúdo digital e de novas mídias na Humantech, editor especial de economia do site www.portalmoveleiro.com.br e do blog especializado em economia www.oeconomista.com.br, além de consultor em novas plataformas de conteúdo.</p>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 18:08:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>henrique</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<h3 class="entry-title"><a rel="bookmark" title="Permalink para Humantech marca etapa de crescimento com lançamento de site" href="http://www.humantech.com.br/humantech-marca-etapa-de-crescimento-com-lancamento-de-site">Humantech marca etapa de crescimento com lançamento de site</a></h3><p class="excerpt without-image">A Humantech, uma das principais empresas de Gestão do Conhecimento do sul do Brasil, apresenta nesta sexta-feira (5) um novo site, baseado nos conceitos de navegação 2.0. A nova ação faz parte do planejamento de crescimento da companhia, que em 2009 incorporou duas empresas do ramo de Tecnologia da Informação, registrando crescimento de 300%.
“O novo [...]</p><p class="excerpt-read-more"><a href="http://www.humantech.com.br/humantech-marca-etapa-de-crescimento-com-lancamento-de-site"><span class="excerpt-read-more-first-character">+</span> Leia Mais</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Humantech, uma das principais empresas de Gestão do Conhecimento do sul do Brasil, apresenta nesta sexta-feira (5) um novo site, baseado nos conceitos de navegação 2.0. A nova ação faz parte do planejamento de crescimento da companhia, que em 2009 incorporou duas empresas do ramo de Tecnologia da Informação, registrando crescimento de 300%.</p>
<p>“O novo site é o nosso principal canal de comunicação. A partir dele, iremos nos relacionar com os clientes e parceiros, apresentando os serviços e os produtos de Gestão do Conhecimento que fazem parte do dia-a-dia das corporações”, avalia o diretor-presidente da Humantech, Celso Ricardo Salazar Valentim.  </p>
<p>O site foi desenvolvido seguindo um planejamento estratégico, fortalecido por uma estrutura colaborativa, integrada às redes sociais, como Facebook, Orkut e Twitter. A plataforma de Internet está baseada no conceito de Gestão do Conhecimento (GC), com o objetivo de facilitar o acesso e transmitir informações sobre as áreas de atuação e os serviços da empresa. </p>
<p>Desde 2005, a Humantech é uma das únicas empresas a atuar na área de Gestão do Conhecimento no sul do Brasil. Em 2009, iniciou um processo de expansão, investindo na qualificação e aprimoramento das áreas de Mídia e Engenharia do Conhecimento. </p>
<p>Por meio de estratégias de GC, a Humantech unifica competências individuais, tecnologias e procedimentos para criar e organizar o conhecimento dentro das corporações. Neste sentido, são desenvolvidas todas as atividades necessárias para descobrir, adquirir, armazenar, expandir, divulgar e utilizar o conhecimento como subsídio para ações estratégicas.</p>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 04:49:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<h3 class="entry-title"><a rel="bookmark" title="Permalink para Cliente 2.0: Os efeitos das redes sociais no crescimento dos negócios" href="http://www.humantech.com.br/efeitos-redes-sociais">Cliente 2.0: Os efeitos das redes sociais no crescimento dos negócios</a></h3><p class="excerpt without-image">Apresentação realizada em 25/11/2009 no SENAC &#8211; Criciúma:

</p><p class="excerpt-read-more"><a href="http://www.humantech.com.br/efeitos-redes-sociais"><span class="excerpt-read-more-first-character">+</span> Leia Mais</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apresentação realizada em 25/11/2009 no SENAC &#8211; Criciúma:</p>
<div id="__ss_2591181" style="width: 425px; text-align: left;"><object style="margin:0px" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="571" height="477" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=consumidor20slideshare-091126102822-phpapp02&amp;stripped_title=cliente-20-os-efeitos-das-redes-sociais-no-crescimento-dos-negcios" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="margin:0px" type="application/x-shockwave-flash" width="571" height="477" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=consumidor20slideshare-091126102822-phpapp02&amp;stripped_title=cliente-20-os-efeitos-das-redes-sociais-no-crescimento-dos-negcios" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
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		<link>http://www.humantech.com.br/x-y-z-qual-e-a-sua-tribo</link>
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		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 18:11:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[geração y]]></category>
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		<description><![CDATA[<h3 class="entry-title"><a rel="bookmark" title="Permalink para X, Y, Z. Qual é a sua tribo?" href="http://www.humantech.com.br/x-y-z-qual-e-a-sua-tribo">X, Y, Z. Qual é a sua tribo?</a></h3><p class="excerpt without-image">Os “ipisilones” nasceram a partir da década de 1980 e são uma geração formada por filhos dos Baby Boomers. Confira quem são e o que querem estes jovens com menos de 30 anos, acostumados a não reverenciar hierarquias e ligados à alta tecnologia.
Ambicioso, criativo, impaciente. Você, que tem menos de 30 anos e já foi [...]</p><p class="excerpt-read-more"><a href="http://www.humantech.com.br/x-y-z-qual-e-a-sua-tribo"><span class="excerpt-read-more-first-character">+</span> Leia Mais</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os “ipisilones” nasceram a partir da década de 1980 e são uma geração formada por filhos dos Baby Boomers. Confira quem são e o que querem estes jovens com menos de 30 anos, acostumados a não reverenciar hierarquias e ligados à alta tecnologia.</p>
<p>Ambicioso, criativo, impaciente. Você, que tem menos de 30 anos e já foi identificado assim? As pessoas com mais de 50 anos, de vez em quando, gostam de falar de uma tal geração que nasceu no meio de brinquedos eletrônicos e cresceu dentro de apartamentos, sob a proteção de pais preocupados. Hoje, esses jovens estão tomando conta do mercado de trabalho e mostrando que existe uma maneira de pensar bem diferente daquela das gerações anteriores. A Geração Y também tem outras denominações, como geração internet ou filhos do milênio, mas independentemente do nome, ela é formada por filhos dos Baby Boomers – pessoas que nasceram entre 1946 e 1964.</p>
<p>Antes de se revoltar contra a denominação e esbravejar que não gosta de ser rotulado, saiba que são estudos e pesquisas, muitos deles desenvolvidos ou originados nos Estados Unidos e ligados a diferentes momentos que aquele país tem atravessado, que ajudam a definir grupos de pessoas e gerações. Um dos objetivos destas pesquisas é facilitar a compreensão do que vai mudando com o passar do tempo, como o comportamento dos indivíduos em relação ao trabalho e a suas relações sociais. E mostrar também fatos que ajudaram a marcar época e mudaram os valores e o jeito de uma sociedade pensar.</p>
<p>Esses estudos são importantes porque expõem como os fatos formam a ideia que essas pessoas têm sobre instituições, dinheiro, família e carreira – conjunto que molda as características de uma geração. É assim que se tenta prever o que vem adiante e como isso poderá ser administrado. Como muitos traços destes estudos são comuns, podem ser aplicados à realidade de outros lugares, como o Brasil. A Geração Y é formada por pessoas que nasceram entre 1978 e 1995, que têm hoje entre 14 e 31 anos. No Brasil, alguns estudiosos consideram desta geração as pessoas nascidas entre 1981 e 1995, que teriam hoje entre 14 e 28 anos, já que as mudanças que ocorriam em outros pontos do planeta chegavam ao Brasil com um pouco de atraso.</p>
<p>“A Geração Y é aquela que, enquanto conversa, responde mensagens no MSN ou SMS, fala ao celular, navega numa rede social, assiste à televisão, ainda arruma tempo para brincar com animais domésticos e ter uma vida off-line”, define Henrique Puccini, que é jornalista, está se formando em economia e é gerente de conteúdo de uma empresa de Joinville. Aos 27 anos, ele é um perfeito exemplar da Geração Y. “Essa nova geração gosta de ter atenção e direciona o foco de suas atividades quase sempre no curto prazo, buscando uma constante mudança. Não aceita bem regras pré-estabelecidas e considera natural trocar muitas vezes de trabalho, principalmente na busca por qualidade de vida, o que hoje se reflete em desafios”, destaca.</p>
<p>Outra joinvilense que é apaixonada por muitas coisas ao mesmo tempo e, se puder fazer tudo simultaneamente, melhor ainda, é a engenheira Crisda Amancio Ghiorzi, 28 anos. Quando era criança, foi estimulada a praticar piano, teclado, bateria, inglês e a praticar esportes. Cresceu acostumada a desenvolver múltiplas habilidades e realizar várias tarefas ao mesmo tempo – o que se torna muito melhor quando tudo é aliado à praticidade e as tecnologias modernas.</p>
<p>Os dois ainda não têm filhos e nem pensam nisso por enquanto. Mas os pais deles, com a idade que Henrique e Crisda têm hoje, já tinham colocado suas “crias” no mundo. Nesta reportagem, eles vão contar um pouquinho sobre o que pensam, como agem – e o motivo de serem verdadeiros “ipisilones”, com orgulho.</p>
<p><strong>Não à hierarquia</strong></p>
<p>Ano passado, 730 mil universitários e recém-formados se candidataram a 2.334 vagas de estágios e trainees de algumas das mais cobiçadas empresas, entre as quais Microsoft, Sadia, Nestlé e Unilever. Apesar da oferta generosa de cabeças vindas das melhores faculdades do País, 10% das vagas não foram preenchidas. Uma pesquisa recente promovida pela Cia. de Talentos com 31 mil estudantes do ensino superior detectou um conflito geracional: as empresas não estão entendendo os jovens formados na Geração Y.</p>
<p>A recíproca é verdadeira: os “ipisilones” também não entendem o que as empresas querem. “Há um modo diferente de encarar o mundo”, afirma a psicóloga Sofia Esteves, presidente da Cia. de Talentos. A Geração Y não reverencia hierarquias. Tem habilidade de sobra para executar tarefas simultâneas e velozes, mas carece de foco e aprofundamento. “É uma atitude reforçada pelo clima familiar, com a mudança da relação de autoridade de pais e filhos”, explica em um artigo o especialista em educação Gilberto Dimenstein. Para a consultora em carreira e diretora da Missel Capacitação Empresarial, Simoni Missel, os filhos de hoje estão seguros para correr riscos porque os pais trabalharam para isso e os cobriram com uma superproteção. Eles têm as facilidades sonhadas pelos pais.</p>
<p>Descartando as diferenças, há algo que une culturalmente os integrantes das gerações. Os Baby Boomers estão unidos de forma inigualável pela televisão. Esta geração foi a primeira que cresceu em frente aos programas televisivos. Eles puderam compartilhar eventos culturais e marcos com todas as pessoas no seu grupo de idade, independentemente de onde elas estavam. Todos eles assistiram “Bonanza” ou “Deixe isso para o Castor” e viram a Guerra do Vietnã nas salas de estar, conforme cresciam. Esses momentos compartilhados ajudaram a estabelecer um vínculo da geração sem precedentes. A partir de 2011, pode começar uma nova revolução. Por volta deste ano, os mais velhos dos Baby Boomers estarão se aposentando, deixando no lugar a Geração X, que surgiu logo depois.</p>
<p>“Somos jovens, dinâmicos, antenados, inquietos e muitas vezes impacientes”, define Guilherme Tossulino, um dos fundadores do blog “Minha Carreira” (www.minhacarreira.com), que publica artigos direcionados para o público Y. Com colaboradores do Brasil inteiro, Guilherme representa Santa Catarina no grupo, e é um exímio integrante da geração de quem tem menos de 30. “A ideia surgiu quando eu e o Diego Homem, que hoje mora em Dubai, estávamos conversando sobre projetos futuros, em janeiro de 2009. Sentimos a carência por informações a respeito da Geração Y escrita e visualizada por jovens”, diz. Aí, começaram a escrever sobre o tema e o conteúdo rendeu mais do que imaginavam.</p>
<p>Guilherme lembra que a Geração Y cresceu jogando video game, ouvindo música e acessando a internet, portanto, tecnologia faz parte da vida desses jovens. Ele, que tem apenas 27 anos, sabe bem do que fala. “Somos os donos da maioria dos blogs e também povoamos a maioria das comunidades e redes sociais. Gostamos de mudanças e detestamos monotonia”, diz.</p>
<p>Na opinião dele, a Geração Y é carente por feedback, tem sede de conhecimento e deseja crescimento rápido na carreira. Para isso, busca empresas que possam oferecer oportunidades claras de ascensão e querem conhecer as regras do jogo antes de começarem a jogar. Com a competitividade por mão-de-obra qualificada, as empresas, em geral, tendem a adotar um discurso de empresas perfeitas, cheias de benefícios e possibilidades de crescimento profissional. Mas a Geração Y já está mais atenta e não espera muito para querer ver na prática o que é prometido e acordado.</p>
<p>“Quando o assunto é carreira, estamos sempre procurando conhecimentos técnicos e capacitação profissional. Trabalhamos melhor em equipes e procuramos empregos que ofereçam flexibilidade de horário, mobilidade e planos de carreira. Adoramos respostas às nossas questões, pois perguntamos muito. Queremos reconhecimento e promoções o quanto antes. Não temos medo de arriscar e a busca por novos ares ocorre com mais frequência”, conta.</p>
<p>Tudo bem que a Geração Y é caracterizada por pontos muito positivos como dinamismo, vontade de crescer rapidamente, multidisciplinariedade e busca constante por conhecimento. Mesmo assim, os jovens precisam de reforço em questões como persistência para executar tarefas rotineiras e precisam apostar mais na paciência. Podem até quebrar regras com facilidade e falar mais do que ouvem.</p>
<p>Então, como aproveitar o máximo esse potencial em criar e fazer acontecer? “Amadurecendo”, esclarece Guilherme. “Essa geração tem um grande potencial para inovar e fazer diferente, mas não devemos pensar que somos a última bolacha do pacote. A maturidade profissional ainda é escassa entre os jovens e eles precisam aprender a errar e a aceitar os desafios da vida, mesmo que venham com perdas e dificuldades.”</p>
<p>E a próxima geração? A tendência é chamá-la de Z, que serão os filhos da Geração X. Guilherme acredita que serão pessoas ainda mais ligadas à tecnologia. “Podem até ser mimados, pois serão pessoas com poucos irmãos e primos, pois cada vez mais os filhos são uma segunda opção. A Geração Y prioriza a carreira e os estudos e talvez falte tempo para os filhos. A mulher Y trabalha, estuda e quer ser idependente financeiramente antes de ter o filho”, pensa.</p>
<p><em>Fonte: Jornal A Notícia</em></p>
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		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 18:11:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<h3 class="entry-title"><a rel="bookmark" title="Permalink para Tecnologia aliada a praticidade" href="http://www.humantech.com.br/tecnologia-aliada-a-praticidade">Tecnologia aliada a praticidade</a></h3><p class="excerpt without-image">Fazer mil coisas ao mesmo tempo, digerir um número ainda maior de informações por segundo e ter tempo para a vida pessoal. Para alguns, essas poderiam ser as características de um hiperativo, expressão empregada com tanta regularidade hoje em dia. Mas não se trata de uma síndrome atual ou recentemente descoberta, e sim de mais [...]</p><p class="excerpt-read-more"><a href="http://www.humantech.com.br/tecnologia-aliada-a-praticidade"><span class="excerpt-read-more-first-character">+</span> Leia Mais</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fazer mil coisas ao mesmo tempo, digerir um número ainda maior de informações por segundo e ter tempo para a vida pessoal. Para alguns, essas poderiam ser as características de um hiperativo, expressão empregada com tanta regularidade hoje em dia. Mas não se trata de uma síndrome atual ou recentemente descoberta, e sim de mais um integrante desta geração de “malucos” por tecnologia e por informação. Trata-se do perfil do joinvilense Henrique Puccini, de 27 anos.</p>
<p>Ele é jornalista, mas não conformou-se com apenas um curso superior. No momento, está no quarto ano da faculdade de economia. Fora isso, é um apaixonado por todas as novidades tecnológicas e pelo que elas são capazes de oferecer em termos de praticidade. “Gosto de aproveitar e conhecer tudo o que a tecnologia pode nos fornecer de melhorias, tanto sociais quanto econômicas”, afirma o gerente de conteúdo digital na empresa de gestão de conhecimento Humantech, em Joinville. Jovem e ambicioso, Henrique gosta de desafios, principalmente no aspecto profissional. Sente-se motivado por melhorias e novidades.</p>
<p>Mesmo assim, garante que faz parte de uma onda de transição na qual o computador entrou somente na pós-adolescência. “Quando pequeno, fiz minhas pesquisas em livros e bibliotecas. Celulares ou comunicadores eram infinitamente restritos e caros. E-mail, Google e a proliferação de ferramentas on-line surgiram depois de eu entrar na universidade, há dez anos”, lembra. “Sou Y no sentido de conhecer, aproveitar e estar à frente nos recursos que a tecnologia oferece. Mas não sou tão imediatista, qualidade que vale ouro em tempos que valorizam somente a agilidade”, esclarece.</p>
<p>Hoje, Henrique sente-se realizado atuando em uma empresa que aplica soluções de gestão do conhecimento, uma área ainda em expansão a partir de ferramentas on-line e off-line, algo completamente fora de cogitação nos mesmos dez anos que revolucionaram os negócios e a sociedade. Como sempre gostou de tecnologia, recursos e facilidades dos equipamentos, os amigos mais próximos sempre o procuravam para saber se estavam comprando bons produtos ou programas. Sempre requisitavam também dicas sobre o que comprar, quais itens ou sobre programas de computador. “Isso me estimulava a estudar mais e compreender melhor o mundo Y, interagindo com toda uma geração que está hoje por aí.”</p>
<p>Henrique lembra que a Geração Y cresceu usando a internet como base de quase tudo, como na pesquisa de preços, conceitos, estudos e relacionamentos. “Essas pessoas, e eu me incluo aqui, surpreendem com informações inesperadas sobre os mais variados temas e certamente gostam de apetrechos tecnológicos, mas que facilitem sua rotina e tragam benefícios”, conta. Uma das características marcantes do perfil Y, para o jornalista, está em suspeitar da publicidade tradicional, confiando mais em informações e opiniões de amigos ou outras fontes de conteúdo como redes sociais e blogs.</p>
<p>“Claro, aqui, mudou a forma de contato. É o tradicional boca-a-boca, agora mais tecnológico e veloz”, observa. Velocidade é outra característica dessa geração, que faz tudo ao mesmo tempo, agora. Apesar de tanto conteúdo em desenvolvimento, Henrique faz uma ressalva: muitas atitudes dos “ipisilones” ainda são vazias. Uma rede social como o Orkut, por exemplo, mostra tudo de bom que essa geração proporciona, desde resenhas de livros ou produtos, como também comportamentos terríveis conhecidos como bullying. O potencial desta geração, exposta muito cedo a coisas bastante sofisticadas, é sem referencial.</p>
<p>“Diferentemente do que muitos estudiosos destacam, os Y não são revoltados e têm valores éticos muito fortes”, pensa o jornalista. “Priorizam o aprendizado e as relações humanas, mas, para isso, precisam que você entre no seu mundo. Penso que os valores da Geração Y não são nada diferentes dos valores tradicionais, mas são mais liberais e valorizam honestidade, criatividade, família e sucesso.”<br />
<em><br />
Fonte: Jornal A Notícia</em></p>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 18:08:42 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>As redes sociais são canais de relacionamento e oportunidade de negócio, mas para concorrer de modo eficaz é necessário planejar uma forma estratégica de atuação. Sobre este assunto, o diretor-presidente da Humantech, Celso Ricardo Salazar Valentim, ministrará a palestra “Redes Sociais: Transformando relacionamento em negócios”, durante o 3º Fórum de Inovação Tecnológica, no dia 19 de novembro, em Florianópolis (SC). O evento prossegue até o dia 20 e ainda abordará tendências mundiais e as novas aplicações da área de Tecnologia da Informação.</p>
<p>Por meio de estratégias diferenciadas, a Humantech, uma das principais empresas de Gestão de Conhecimento de Santa Catarina, proporciona às companhias atuarem de forma eficiente em ambientes on e off-line. Valentim abordará o uso da Internet e de softwares pelo aspecto de como o conhecimento tornou-se um recurso cada vez mais importante para as organizações buscarem competitividade e sobrevivência.</p>
<p>Para Valentim, que é economista e mestre em Engenharia e Gestão do Conhecimento, por meio das redes sociais, as empresas podem explorar e avançar em mercados que até então estavam inacessíveis. “As empresas de hoje precisam saber como identificar oportunidades de negócios, melhorar o relacionamento com os clientes, aprimorar a comunicação interna e externa e construir a imagem e a reputação da marca usando a Web como plataforma de contato e interação”, destaca o executivo da Humantech.</p>
<p>O Fórum é organizado pela Associação de Usuários de Informática e Telecomunicações de Santa Catarina (SUCESU-SC) e pelo IGTI/UFSC. Entre as demais temáticas da programação do evento estão: parcerias tecnológicas, caminhos para captação de financiamento, ferramentas na gestão de inovação, qualificação de profissionais e a Lei Catarinense de Inovação.</p>
<p><strong>Sobre a Humantech</strong></p>
<p>Criada em 2005, a Humantech é especializada em desenvolver estratégias de negócios on e off-line capazes de gerar diferenciais competitivos a partir da utilização da gestão do conhecimento no cotidiano dos clientes. A empresa aprimora continuamente os processos de Tecnologia da Informação, que reúnem e aperfeiçoam software, hardware e pessoas.</p>
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 18:07:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<h3 class="entry-title"><a rel="bookmark" title="Permalink para Humantech participa do KM Brasil 2009" href="http://www.humantech.com.br/humantech-participa-do-km-brasil-2009">Humantech participa do KM Brasil 2009</a></h3><p class="excerpt without-image">O diretor-presidente da Humantech – Gestão do Conhecimento, Celso Ricardo Salazar Valentim, participou entre 23 e 25 de setembro de 2009, em Salvador (BA), do KM Brasil 2009 &#8211; 8ª edição do Congresso Brasileiro de Gestão Do Conhecimento. O evento reuniu profissionais do Brasil e de outros países, reconhecidos nacional e internacionalmente, com o objetivo [...]</p><p class="excerpt-read-more"><a href="http://www.humantech.com.br/humantech-participa-do-km-brasil-2009"><span class="excerpt-read-more-first-character">+</span> Leia Mais</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O diretor-presidente da Humantech – Gestão do Conhecimento, Celso Ricardo Salazar Valentim, participou entre 23 e 25 de setembro de 2009, em Salvador (BA), do KM Brasil 2009 &#8211; 8ª edição do Congresso Brasileiro de Gestão Do Conhecimento. O evento reuniu profissionais do Brasil e de outros países, reconhecidos nacional e internacionalmente, com o objetivo de discutir as dimensões, pessoas, processos e tecnologia em Gestão do Conhecimento. Valentim  apresentou durante o Congresso seu artigo: Modelo Organizacional para Priorização de Conhecimento Estratégico &#8211; Proposta de um Modelo Suportado pela Metodologia CommonKADS.</p>
<p>O  KM Brasil 2009 foi organizado pela SBGC &#8211; Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento em conjunto com SBGC – BA e teve como temática o Brasil no contexto da Gestão de Conhecimento para Inovação. O tema foi abordado segundo a visão dos setores acadêmico, privado, público e terceiro Setor, mediante atividades de debates, dinâmicas, mesas-redondas, grupos de trabalho, propiciando a interação dos palestrantes com os congressistas.</p>
<p>O conhecimento tem se tornado um recurso cada vez mais estratégico para as organizações buscarem a sua competitividade e sobrevivência. A Gestão do Conhecimento passa a ser fundamental para o desenvolvimento sustentável das organizações, ampliando a competitividade do país.</p>
<p><strong>Artigo</strong></p>
<p>Segundo Valentim, em seu artigo, os processos de negócio abrigam conhecimento em diversos formatos e níveis de importância. Esse conhecimento necessita ser mapeado de acordo com as diretrizes estratégicas da organização. Desta forma, este artigo pretende resolver, através da Engenharia do Conhecimento, o seguinte problema:</p>
<p>Como modelar o conhecimento estratégico presente nos processos de negócio?</p>
<p>O objetivo geral do estudo é propor um modelo organizacional que permita priorizar o conhecimento estratégico presente nos processos de negócio, representando-o de forma a obter diretrizes que orientem os softwares a suportar a gestão do conhecimento, ampliando a performance organizacional.</p>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 18:05:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<h3 class="entry-title"><a rel="bookmark" title="Permalink para Oficina executiva ensina como alavancar negócios com o uso de redes sociais" href="http://www.humantech.com.br/oficina-executiva-ensina-como-alavancar-negocios-com-o-uso-de-redes-sociais">Oficina executiva ensina como alavancar negócios com o uso de redes sociais</a></h3><p class="excerpt without-image">Em minutos um vídeo amador gravado em um celular pode destruir a reputação de uma empresa com décadas de atuação assim como uma ação viral em uma rede social pode potencializar vendas e fazer a mesma empresa crescer em participação de mercado.
Quais companhias estão prontas para lidar com um cenário adverso como esse? Em um [...]</p><p class="excerpt-read-more"><a href="http://www.humantech.com.br/oficina-executiva-ensina-como-alavancar-negocios-com-o-uso-de-redes-sociais"><span class="excerpt-read-more-first-character">+</span> Leia Mais</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em minutos um vídeo amador gravado em um celular pode destruir a reputação de uma empresa com décadas de atuação assim como uma ação viral em uma rede social pode potencializar vendas e fazer a mesma empresa crescer em participação de mercado.</p>
<p>Quais companhias estão prontas para lidar com um cenário adverso como esse? Em um mercado que exige mudanças rápidas, a Humantech, uma das principais empresas de Gestão de Conhecimento de Santa Catarina, realiza entre os dias 2 e 9 de outubro, em Joinville, a primeira oficina executiva na região Norte de SC sobre redes sociais e oportunidades de negócio.</p>
<p>O curso irá proporcionar aos participantes a compreensão das relações entre pessoas e empresas nas redes sociais, qualificando os participantes para a utilização adequada dessas ferramentas digitais de relacionamento em suas funções, além de identificar oportunidades de negócio por meio das redes on-line. Ao longo do dia, segundo o Ibope, as pessoas consomem várias mídias, em paralelo com a internet, afinal 64,8 milhões de brasileiros tem acesso à internet de qualquer local. Como marcar e se posicionar nesse território virtual?</p>
<p>“Apesar de todo esse receio que ainda cerca o ambiente corporativo com relação a adoção de ferramentas digitais e liberdade para a comunicação na Internet no seu cotidiano, há o consenso de que as redes sociais são importantes. Qualquer empresa pode melhorar a comunicação interna e externa, construir a imagem e reputação da marca, além de melhorar o relacionamento com os clientes e crescer no volume de negócios.</p>
<p>Não é mais uma opção ficar escondido”, destaca um dos ministrantes do curso, o economista e Mestre em Engenharia e Gestão do Conhecimento, Celso Ricardo Salazar Valentim.</p>
<p>A oficina irá desmistificar as redes sociais e comprovar o porquê, substituiria por porque hoje é necessário para qualquer empresa estar na Internet. Dentre alguns dos tópicos levantados pela equipe da Humantech, estão os códigos de ética e postura on-line, como monitorar o seu público-alvo na internet, as redes sociais e mensuração (avaliação, análise e métricas) de resultado, assim como a apresentação de cases e a realização de oficinas práticas sobre as principais redes sociais hoje no Brasil e no mundo.<br />
Sobre a Humantech</p>
<p>Criada em 2005, a Humantech é especializada em desenvolver estratégias de negócios on e off-line capazes de gerar diferenciais competitivos a partir da utilização da gestão do conhecimento no cotidiano dos clientes. A empresa aprimora continuamente os processos de Tecnologia da Informação, que reúnem e aperfeiçoam software, hardware e pessoas.</p>
<p><strong>+ Informações: </strong>Juliana Back / Educação Corporativa<br />
juliana@humantech.com.br<br />
(47) 3028-3113</p>
<p><strong>Siga a empresa</strong></p>
<p>Twitter: @humantech_</p>
<p>Facebook: <a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=125959854420" target="_blank">http://www.facebook.com/group.php?gid=125959854420</a></p>
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