Humantech participa de matéria especial sobre redes sociais
O gerente de Conteúdo, Henrique Puccini, e o programador Ricardo Lüders, da Humantech, participaram de uma matéria especial publicada no último domingo, 20 de novembro, no encarte Anexo do jornal A Notícia.
A reportagem abordou a importância que as redes sociais têm nos dias de hoje e contou histórias de pessoas que utilizaram a Internet como um canal eficiente para encontrar emprego, compartilhar trabalhos, fazer negócios, comunicar-se com quem está longe e até descobrir um novo amor. O caso de Ricardo ilustra a matéria por ter sido contratado pela Humantech via LinkedIn, rede social focada no perfil profissional. Leia o trecho da reportagem abaixo.
Rede de empregos
O jornalista e economista Henrique Puccini Hassi, 29 anos, é gerente de conteúdo da empresa joinvilense Humantech. Sua função é desenvolver e planejar conteúdo para meios digitais (blogs, Twitter, podcastas e videocasts) de empresas. “Nós controlamos e analisamos o que é falado dos clientes na internet e promovemos a interação com os usuários”, explica. Segundo ele, o objetivo é fazer com que os clientes da empresa se comunique bem com o público em todos os canais e manter um alinhamento entre a política da empresa no mundo offline e no online.
“Por exemplo, se uma loja física atende bem aos seus compradores, o mesmo deve valer para as páginas virtuais”, acrescenta. Ele conta ainda que, além desse trabalho, também é fundamental preparar as organizações para receber essa nova demanda. “Antes de entrar para a rede, é necessário preparar as pessoas, trabalhar a cultura da corporação, explicar qual é o valor de um clique.”
Sempre conectado ao iPad e smartphone, acessa com frequencia os perfis no Twitter, Linkedin e Facebook, mas não publica diariamente e nem compartilha qualquer informação com a rede de contatos. “É bacana manter uma certa regularidade, mas as pessoas não precisam, aliás, nem devem ficar conectadas o tempo todo. Eu tento não ligar o computador nos fins de semana, por exemplo. Só publico apenas coisas que considero relevantes”.
O gerente de conteúdo acredita ainda que manter uma certa etiqueta nas redes é indispensável para a imagem pessoal e profissional. “Em alguns lugares, o Facebook tem sido até mais valorizado que o Linkedin na hora de filtrar os candidatos, porque em um podemos avaliar o histórico profissional e, no outro, o comportamento, a personalidade. Por isso também o bom senso é fundamental, porque tudo fica registrado e as empresas estão de olho.”
Um dos funcionários da Humantech, inclusive, foi contratado via redes sociais. O programador Ricardo Lüders, de 29 anos, ficou sabendo da vaga por seu perfil no Linkedin. “Eles me adicionaram. Um tempo depois anunciaram a vaga e eu entrei em contato, depois, fizemos a entrevista e acabei aqui”, conta Ricardo, que há três meses abriu mão de um cargo público em Mafra, onde nasceu, para abraçar a oportunidade de atuar em sua área de formação em Joinville.
Para ele, mais do que manter um perfil na rede profissional, é importante atualizá-lo e participar de fóruns com frequência. “Não adianta só criar um perfil e deixá-lo abandonado, esperando por um retorno porque isso não vai acontecer. É preciso saber usar essas ferramentas.” Outra dica de Lüders é separar o lado pessoal do profissional. “Eu não recomendo, por exemplo, linkar sua conta do Twitter ao perfil do Linkedin, não é conveniente”, recomenda.
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