Neste ano, a Copa do Mundo desencadeou um volume sem precedentes de mensagens em mídias sociais, que vão desde as manifestações no Twitter até a postagem de vídeos no YouTube e fotos no Flickr. Isso porque desde 2008, quando houve o boom das mídias sociais, o crescimento do número de blogs e usuário de sites como YouTube, Facebook, Twitter e Orkut tem sido exponencial.
Novas iniciativas em rede são lançadas todos os dias. Um exemplo que ilustra bem a atual época de Copa é a parceria do Foursquare com a CNN, que concede a badge “South Africa Explorer” para o usuário que fizer check-in em qualquer estádio da Copa na África do Sul. E mesmo quem não puder ver os jogos de perto pode conseguir a badge “Super Fan” freqüentando pubs e festas onde estão sendo exibidos os jogos, locais definidos pela CNN.
O Twitter lançou um site especial para a Copa do Mundo, o Twitter World Cup, onde é possível acompanhar o que os twitteiros de todo o mundo falam a respeito do evento. Foi definida também uma hashtag para cada país participante da Copa, como #bra para o Brasil e #chi para o Chile, por exemplo.
A Nike fez uma das maiores campanhas publicitárias da história do Facebook em sua página dedicada ao futebol, a Nike Football. Seu vídeo Write the Future alcançou em poucos dias a marca de 15 milhões de exibições no YouTube.
Como foi nas copas anteriores
Enquanto isso, na Copa do Mundo de 2002, no Japão, as mídias sociais como conhecemos hoje estavam há anos de serem lançadas. No entanto, foi uma das primeiras copas que utilizou a internet para divulgar informações sobre a competição, através de sites. Já na Copa de 2006, na Alemanha, os sites de mídia social estavam começando a emergir, como o Facebook e Orkut.
O Twitter ainda estava em formato beta e tinha pouca expressão entre os internautas, e o MySpace era a rede social mais popular nos Estados Unidos. Foi nela que empresas como Adidas, Nike e Puma foram pioneiras na veiculação de campanhas que incluíam anúncios impressos, spots de televisão e sites on-line.
A evolução das mídias sociais na Copa do Mundo
Neste ano, a Copa do Mundo desencadeou um volume sem precedentes de mensagens em mídias sociais, que vão desde as manifestações no Twitter até a postagem de vídeos no YouTube e fotos no Flickr. Isso porque desde 2008, quando houve o boom das mídias sociais, o crescimento do número de blogs e usuário de sites como YouTube, Facebook, Twitter e Orkut tem sido exponencial.
Novas iniciativas em rede são lançadas todos os dias. Um exemplo que ilustra bem a atual época de Copa é a parceria do Foursquare com a CNN, que concede a badge “South Africa Explorer” para o usuário que fizer check-in em qualquer estádio da Copa na África do Sul. E mesmo quem não puder ver os jogos de perto pode conseguir a badge “Super Fan” freqüentando pubs e festas onde estão sendo exibidos os jogos, locais definidos pela CNN.
O Twitter lançou um site especial para a Copa do Mundo, o Twitter World Cup, onde é possível acompanhar o que os twitteiros de todo o mundo falam a respeito do evento. Foi definida também uma hashtag para cada país participante da Copa, como #bra para o Brasil e #chi para o Chile, por exemplo.
A Nike fez uma das maiores campanhas publicitárias da história do Facebook em sua página dedicada ao futebol, a Nike Football. Seu vídeo Write the Future alcançou em poucos dias a marca de 15 milhões de exibições no YouTube.
Como foi nas copas anteriores
Enquanto isso, na Copa do Mundo de 2002, no Japão, as mídias sociais como conhecemos hoje estavam há anos de serem lançadas. No entanto, foi uma das primeiras copas que utilizou a internet para divulgar informações sobre a competição, através de sites. Já na Copa de 2006, na Alemanha, os sites de mídia social estavam começando a emergir, como o Facebook e Orkut.
O Twitter ainda estava em formato beta e tinha pouca expressão entre os internautas, e o MySpace era a rede social mais popular nos Estados Unidos. Foi nela que empresas como Adidas, Nike e Puma foram pioneiras na veiculação de campanhas que incluíam anúncios impressos, spots de televisão e sites on-line.
Com informações do site Mídias Sociais.